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Carregamento do site: como pode influenciar as vendas no e-commerce?

Negócios pela internet estão cada vez mais difundidos na rotina de compra dos consumidores e, devido ao aumento da concorrência, surgem novos critérios que tornam algumas lojas virtuais mais relevantes que as outras. Se você já é um empreendedor digital ou pretende ingressar nesse universo de oportunidades, é muito importante estar alinhado com esses critérios para não ficar para trás! A experiência de navegação em um e-commerce está diretamente relacionada com a performance das vendas. Se você pretende se tornar um grande player do mercado, é importante ir além de conceitos estratégicos de negócio e se fixar em alguns conceitos mais técnicos, como a velocidade de carregamento do site. Como o tempo de carregamento do site influencia as vendas no e-commerce? Recentemente, a Kiss Metrics disponibilizou uma pesquisa onde mostra que 47% dos consumidores esperam que a página de um site carregue totalmente em 2 segundos ou menos, se possível. E 40% acabam deixando um site que leva mais do que 3 segundos para carregar. A demora no tempo de carregamento de um site comum é um grande motivo para ter a sua estrutura repensada, pois influencia em uma alta taxa de rejeição. Mas, quando se trata de um e-commerce, este problema resulta em alguns assuntos muito mais sérios, como a formação de clientes detratores (que pioram o seu NPS), o estímulo à desconfiança dos visitantes e, o pior de todos: a temida queda nas vendas. A pesquisa ainda mostra que 79% dos usuários que se mostraram insatisfeitos com a performance do e-commerce são menos propensos a comprar do mesmo site novamente. Além disso, 44% dos compradores irão comentar com seus amigos sobre a experiência ruim que tiveram. Como o tempo de carregamento influencia o ranqueamento da página? Os buscadores, em especial, o Google, têm em suas estratégias um forte apelo que prioriza a experiência de navegação dos usuários. Com o tempo de carregamento do site não é diferente! O Google utiliza o tempo de carregamento das páginas do seu e-commerce como fator de ranqueamento, ou seja, para dar mais ou menos prioridade na posição dos links do seu site no buscador. E, como sabemos, melhor ranqueamento = mais acessos = mais vendas! Para deixar o seu site bem resolvido nesse aspecto, o próprio Google fornece a ferramenta gratuita PageSpeed Tools, que possui o recurso Insights. Com este recurso, é possível verificar a velocidade do seu site e validar quais aspectos é possível melhorar para ter um site mais leve, com uma melhor experiência de usuário e, é claro, um melhor ranqueamento. Quais os primeiros passos a tomar? Existem inúmeras tecnologias disponíveis no mercado para tornar o seu site de e-commerce mais rápido e funcional, como o CDN (Content Delivery Networks), DSA (Dynamic Site Acceleration) ou FEO (Front-End Optimization). Além disso, é importante ficar atento ao SLA da empresa que hospeda seu e-commerce. Para realizar isso, caso seu negócio não possua uma equipe especializada em performance, procure uma agência digital para auxiliá-lo. Neste post, abordamos conceitualmente como o tempo de carregamento do site pode influenciar as vendas do seu e-commerce. O que acha de receber mais conteúdos como este? Assine a nossa newsletter e seja o primeiro a receber nossos materiais!

Logística no e-commerce: 6 dicas de sucesso para a sua loja virtual.

O sucesso da sua loja virtual também está ligado com a satisfação do cliente ao efetuar uma compra. Para que essa satisfação seja atendida por completo, é preciso estar atento em todo o processo da operação, desde a venda, até a entrega do produto para o consumidor final. Nesse contexto, muitas pessoas estão deixando de comprar em determinadas lojas virtuais, devido ao longo prazo de entrega ou até mesmo por medo do produto não chegar em seu destino. Quem busca alcançar o sucesso nesse mercado, precisa entender a real importância da logística no e-commerce e otimizá-la para satisfazer por completo o consumidor. Para isso, separamos 6 dicas que vão ajudar na organização e logística no seu e-commerce. Confira! 1. Estruture seu fluxo logístico Antes de começar a pensar em ter sucesso nas vendas online, é importante planejar o fluxo logístico do produto até chegar nas mãos do cliente. Ter o planejamento do seu e-commerce bem delineado, permite montar uma estratégia de envio eficaz, ter um controle maior sobre os pedidos e ainda ajuda a reduzir os custos logísticos, identificando rotas com alto volume de envio e contratando transportes mais baratos para essas localidades. 2. Utilize a tecnologia a seu favor Se você possui um e-commerce, já deve ter notado que a tecnologia é indispensável para reduzir custos e aumentar a produtividade de todas as áreas do seu negócio, inclusive na logística. Para isso, invista em softwares ou parceiros que trabalhem com soluções integradas de automação comercial para agilizar as entregas, gerenciar remessas, obter dados de rastreamento do produto e proporcionar uma redução de custos de sua operação. 3. Escolha o operador logístico Correios ou transportadora? Essa é uma dúvida bastante comum para quem opera um e-commerce, mas você não precisa se prender somente a essas duas opções. Obviamente, a escolha vai depender de várias variáveis, como por exemplo, o peso e o tamanho do produto. No entanto, você também pode optar por montar uma estratégia com formas de entrega alternativas, como por exemplo, motoboys, ciclistas, cargas fracionadas, entre outras formas inteligentes para pequenos volumes cujo o destino seja compatível com estas formas. 4. Invista em qualificação É necessário estar preparado para atender e solucionar as principais questões dos seus clientes com relação a entrega do produto, como por exemplo, rastrear as encomendas, ficar em contato com os operadores logísticos e estar a par de qualquer imprevisto que ocorra durante o processo de envio. Isso é imprescindível para evitar um possível desgaste na relação com o cliente e melhorar o atendimento de dúvidas sobre a entrega da encomenda. 5. Ofereça rastreamento Ofereça a opção de rastreamento online para que o próprio consumidor possa acompanhar o status de uma encomenda, a data da postagem, se já está em trânsito ou até mesmo, se o produto chegou ao destino. Essa estratégia evita que os clientes tenham que entrar em contato sempre que desejam saber se o produto já está a caminho e, também, compartilha sua responsabilidade com o operador logístico. A transparência vale muito. 6. Realize um pós-venda eficiente A esta altura, você já compreendeu que a compra não termina quando o cliente paga pelo produto. É preciso ir além para fidelizar o consumidor e obter sucesso em sua loja virtual. Invista em um pós-venda focado na opinião do cliente em relação ao processo de compra dele. Peça sugestões de pontos que precisam ser melhorados e envolva o cliente em todas as outras atividades. A relação fica saudável e o cliente estará propenso a comprar novamente. E então, leitor? Quer receber outras dicas para ajudar no sucesso de sua loja virtual? Assine nossa newsletter e receba materiais exclusivos.

Qual a diferença entre um site responsivo e um mobile friendly?

O smartphone  já superou o computador e se tornou o aparelho mais utilizado pelos brasileiros para acessar a internet. Isso reflete em um novo comportamento de consumidores, com acesso à informação a partir de qualquer lugar e a qualquer momento. Você sabe, portanto, que o público que acessa a internet por meio de dispositivos móveis é importante para o seu negócio. No entanto, você tem dúvidas quanto ao site responsivo e ao mobile friendly? Fique tranquilo, pois neste post vamos explicar o que é exatamente cada um deles, as principais diferenças e qual a melhor escolha para o seu e-commerce. Ficou curioso? Então, é só continuar a leitura! O que é um site responsivo? O site responsivo é aquele que possui um layout adaptável a qualquer formato de tela. Assim, o seu público pode acessá-lo de um desktop, de um tablet ou de um smartphone, sem que tenha problemas na navegação e com a leitura das informações. O layout responsivo ajusta as informações e botões de clique, sem que o visitante precise dar zoom com os dedos, por exemplo, quando o acessa por um smartphone. Para assegurar a adaptação do conteúdo ao tamanho da tela, o sistema recorre a códigos de programação da linguagem. Assim, é possível programar o código para que itens que serão utilizados em desktops não apareçam na versão do site para tablets. Esses mesmos códigos de programação, chamados media queries, são capazes de criar diferenciações para as versões de sites em dispositivos móveis. Por exemplo, um banner pode ser utilizado em tablet e ser omitido em um smartphone. O conteúdo pode se adaptar com menu vertical para telas menores de telefones celulares e ser posicionado horizontalmente para as telas de tablets. O que é mobile friendly? Um site do tipo mobile friendly é totalmente programado para ser acessado apenas por dispositivos móveis, sejam smartphones ou tablets. Isso quer dizer que ele é totalmente diferente da versão para desktop, desde as linhas de código até as imagens e a estrutura. O site mobile reconhece o tipo de dispositivo utilizado no momento do acesso e direciona para o site que se adaptará da melhor forma. Estes sites são normalmente criados como um subdomínio. Assim, quando um usuário de dispositivo móvel tenta acessar o seu site, ele é redirecionado para esse outro endereço. Sites de e-commerce que possuem uma estrutura mais complexa costumam escolher esta opção. Quais as diferenças entre site responsivo e mobile friendly? Site responsivo: Informações são ajustadas ao formato de tela; Única programação de códigos para o site; Mesmo domínio para acessos via desktop e mobile. Atenção: vale destacar que se o site da sua empresa não é responsivo, a adaptação do layout pode sair muito mais cara do que a criação de uma versão mobile friendly. Fique de olho nisso! Site mobile friendly: As informações não são ajustadas, elas são desenvolvidas especialmente para dispositivos mobile; Possui programação de códigos diferente; É desenvolvido em um subdomínio; O carregamento é mais leve e rápido, permitindo melhor experiência do usuário. Qual é a importância para o ranqueamento no Google? Oferecer uma boa experiência ao usuário de dispositivos móveis é um fator que vai além de conquistar mais consumidores que acessam o seu site. Desde 2015, o Google passou a adotar a adaptação de sites amigáveis aos smartphones como um critério para o ranqueamento de páginas nos resultados de buscas. Caso um site não seja capaz de se adaptar aos dispositivos móveis, ele será desvalorizado na disputa com um de concorrente. Na ferramenta de busca, um site responsivo ou mobile friendly é priorizado entre os primeiros resultados oferecidos pelo Google. Consequentemente, aquele que não for compatível a smartphones e tablets perderá tráfego. O próprio Google oferece uma ferramenta para detectar se um site é compatível com dispositivos móveis. É necessário informar apenas a URL para obter a resposta. Com a mudança do algoritmo do Google, não bastam boas práticas de SEO ou conteúdo relevante para que um site fique bem ranqueado nos resultados de buscas. Se apenas a página inicial for adaptada para o acesso por meio de telefone celular ou tablet, isso também não será suficiente, já que o Google analisa página por página. Qual é a melhor escolha para um e-commerce: site responsivo ou mobile friendly? As grandes empresas já estão utilizando sites do tipo mobile friendly. Você já acessou o Facebook por um smartphone e viu para qual URL foi direcionado? Certamente apareceu a letra “m” no início. Isso indica que é um mobile friendly. Essa opção é feita devido às muitas funcionalidades do site –— assim, o carregamento fica mais leve. No caso de um e-commerce, também há funcionalidades envolvidas, sem falar no estímulo à navegação por diversas páginas de produtos. É importante que o carregamento seja leve e que proporcione uma boa experiência a todos os seus usuários. Além disso, um e-commerce possui um número grande de páginas, o que seria muito custoso se tudo fosse readaptado para o responsivo. Mas uma coisa é certa: o público de dispositivos móveis não pode ser negligenciado de maneira alguma, independentemente de qual opção de site for escolhida. Uma pesquisa realizada pelo Google apontou que a participação de smartphones nas compras crescerá vertiginosamente nos próximos anos. Enquanto a previsão para 2016 era de que 19% das vendas em e-commerce seriam realizadas em dispositivos móveis, esse percentual será de 41% em 2021. O e-commerce verá suas receitas aumentarem em consequência dos novos consumidores virtuais. De acordo com o estudo do Google, mais 27 milhões de pessoas farão sua primeira compra online nos próximos cinco anos. Assim, serão 67,4 milhões de consumidores que utilizarão a internet, ou 44% de todos os internautas. Com o crescimento do número de transações online e o acesso cada vez maior a dispositivos móveis, é fundamental que plataformas de e-commerce ofereçam a melhor experiência ao usuário. Quer saber mais sobre site responsivo e mobile friendly? Pois você pode receber estes e outros conteúdos de marketing diretamente no seu e-mail. É só assinar a nossa newsletter

Como (e por que) fazer campanha de e-mail marketing no varejo

Muitas pessoas associam o e-mail a uma estratégia de marketing em decadência. Mas, na verdade, nunca houve uma ferramenta tão poderosa, principalmente quando o objetivo é o contato direto com seu público. Segundo a Pew Research, 92% dos usuários de internet adultos usam e-mail, sendo que 61% deles acessam esse meio de comunicação diariamente. Ou seja: trata-se de uma ótima opção para quem quer se comunicar de maneira pessoal com seus potenciais clientes. No post de hoje, vamos ver como e por que incluir campanhas de e-mail marketing em suas estratégias de vendas no varejo. Acompanhe! Como traçar a estratégia de e-mail marketing Muito mais que enviar e-mails às pessoas, a chave para o sucesso dessa estratégia está em escolher as melhores práticas de envio, para não causar uma enxurrada de informações desnecessárias que lotam a caixa de entrada das suas leads. Na verdade, deve-se atrair e converter essas pessoas em consumidores apaixonados por sua marca e produtos. Para isso, é preciso dar atenção a alguns pontos fundamentais que vão determinar se essa opção irá realmente trazer todos os benefícios possíveis para o seu negócio. 1. Para quem enviar o e-mail Obviamente, para entrar em contato com alguém através de um e-mail, você precisa ter o contato dessa pessoa. E como conseguir esse contato? Se a sua primeira ideia foi comprando uma lista de e-mails, esqueça! Esse é, de longe, um dos erros mais comuns associados ao e-mail marketing. Isso porque o caminho parece incrivelmente fácil. Porém, também muito ineficaz. Existem excelentes maneiras de conquistar o e-mail de potenciais clientes para que sua estratégia passe a ser direcionada e atinja pessoas que realmente tenham interesse no que você está oferecendo. O marketing de conteúdo, por exemplo, é uma ótima opção para atrair potenciais clientes. Por meio de conteúdo relevante, é possível conquistar o e-mail dos interessados através de trocas: você oferece um material de qualidade, e o usuário fornece o contato para conseguir fazer o download desse material. Outra boa opção é solicitar aos seus clientes o e-mail na hora em que eles realizam uma compra, seja em lojas físicas ou online. Dessa forma, você cria um banco de e-mails de pessoas que já se interessam por você, nutre com mensagens que tenham tudo a ver com o consumo que ela já realizou, e ela se torna um cliente fidelizado. 2. Qual o conteúdo do e-mail Muitas pessoas acreditam que quanto mais informações, melhor. Isso também não é verdade, principalmente em se tratando de e-mail. Além de desviar a atenção do leitor, uma mensagem poluída dificilmente se adapta às plataformas mobile (celulares e tablets, por exemplo — por onde a maioria das pessoas fazem seus acessos). Por isso, uma ótima prática pode ser segmentar os e-mails enviados. Por exemplo: se você tem uma loja de roupas masculinas e femininas, o ideal é enviar as ofertas de roupas femininas para mulheres e masculinas para homens (sabemos que existem as exceções, como datas comemorativas tais quais o dia dos namorados ou dia das mães). Além disso, seja objetivo, claro e pessoal. Afinal, ninguém gosta de ter a sensação de estar conversando com uma máquina ou de ser apenas mais um cliente em meio a uma multidão. Por fim, dê uma atenção especial ao assunto do e-mail. Isso porque ele é o primeiro contato que o seu receptor terá com você. 3. Depois de enviar o e-mail Ok, você já enviou a sua campanha. E agora? Monitore! Outra grande vantagem do uso do e-mail marketing é que todas as ações dos usuários podem ser monitoradas: quantas pessoas receberam, quantas abriram, quantas clicaram etc. Por isso, faça bom uso dessas informações e identifique quais e-mails surtiram melhores resultados e analise-os! Isso vai ser de suma importância para o aperfeiçoamento da sua estratégia! E é muito simples: basta escolher um sistema de envio de e-mails, que ele mesmo fornecerá todas as informações de que você precisa. Quer conhecer outros sistemas que podem facilitar a integração do seu negócio? Clique aqui e entre em contato com um de nossos consultores.

Vai abrir loja virtual? Veja 5 erros que você não deve cometer!

A internet é um ambiente bastante fértil para o surgimento e o desenvolvimento de lojas virtuais. Cada vez mais as pessoas se sentem confortáveis para fazer boa parte das suas compras online, e as opções de e-commerce continuam se especializando. Para você que quer abrir loja virtual, isso tudo representa um conjunto de vantagens bem atraente. Mas, para ter sucesso, é preciso tomar as decisões certas. É muito fácil comprometer todos os planos da sua loja virtual com algumas escolhas erradas, que são determinantes para afastar clientes e manchar a imagem da sua empresa. Para que isso não aconteça, reunimos os principais deslizes que você precisa evitar ao trabalhar com um e-commerce. Veja, a seguir, 5 erros que você não deve cometer: 1. Plataforma errada Ao decidir abrir loja virtual, uma das escolhas mais importantes a serem feitas nesta etapa inicial é a da plataforma a ser utilizada. Existem diversos sistemas de e-commerce disponíveis que podem trazer a combinação de recursos buscada por você. Avalie as funcionalidades de cada um e busque depoimentos de quem os utiliza para ter uma noção real de suas capacidades. Trata-se de um dos passos essenciais da área tecnológica do seu e-commerce, então não se apresse. 2. Atendimento ruim Por mais que todos os outros elementos do seu e-commerce estejam adequados, de nada adiantará se o atendimento ao cliente é ruim. Conte com um time de profissionais capacitados para resolver qualquer problema que possa surgir antes, durante ou depois de uma compra. Aliás, é por meio de um pós-venda de qualidade que você consegue fidelizar os consumidores de uma maneira bem eficiente. Vale a pena contar com diversos canais de atendimento, desde telefone até chat. 3. Baixa diversidade de produtos Nenhuma loja tem sucesso sem uma boa variedade de produtos. Lembre-se de que todo tipo de usuário pode chegar ao seu e-commerce por meio de sites de buscas, portanto diversidade é sempre positivo. Ao abrir loja virtual, tenha em mente que oferecer múltiplas possibilidades aos seus clientes aumenta as suas chances de fechar negócio, pois isso te destacará de comércios similares. 4. Processos complicados Não faz sentido colocar cada vez mais barreiras entre o seu cliente e o produto que ele deseja comprar, não é? Então está na hora de rever os seus formulários de registro e repensar o tamanho e a complexidade de alguns deles. Ao abrir loja virtual, é necessário que o seu processo de cadastro seja simples e rápido, sem chances de frustrar seu visitante. Busque tornar a experiência dos seus usuários a melhor possível. Isso certamente vai alavancar suas vendas. 5. Busca ineficaz Um bom sistema de pesquisas é essencial para qualquer loja virtual conduzir seus consumidores até os produtos que estão procurando. Portanto, certifique-se de que a busca do seu site está funcionando adequadamente. Para isso dar certo, também é necessário que as suas páginas internas possuam os títulos corretos e descrições adequadas, que possam ser encontradas com facilidade pelo cliente durante as pesquisas. Quem vai abrir loja virtual deve ficar atento a uma série de erros bastante recorrentes, que podem comprometer o sucesso de todo o negócio. Felizmente, são de simples solução, bastando apenas a abordagem correta e uma parceria que proporcione os melhores mecanismos para acertar. É por isso que recomendamos entrar em contato com a SCE, que possui os serviços ideais para potencializar seu e-commerce. Acesse o site e saiba mais!

Plataforma SaaS para e-commerce: conheça as vantagens para o seu negócio!

O e-commerce sofreu uma explosão desde o início da última década. Somente em 2015, foram cerca de Us$ 11 bilhões de dólares em faturamento para o setor e a expectativa, segundo um estudo da consultoria Bain & Company, é que ele continue crescendo a uma taxa de 11% ao ano até 2019. Mas expandir um negócio para a internet não é um projeto tão simples e para que dê certo é preciso garantir que sua loja virtual estará hospedada em um ambiente seguro. É aí que entra a chamada plataforma SaaS, sistema que serve para receber e organizar os dados do seu e-commerce. Quer saber mais sobre como funciona essa plataforma e quais os benefícios ela pode trazer para seu negócio? Acompanhe conosco! Afinal, o que é uma plataforma Saas? O termo SaaS vem do inglês Software as a Service, que quer dizer, em uma tradução literal, software como um serviço. Isso quer dizer que, ao contratar uma empresa de tecnologia para desenvolver seu e-commerce em uma plataforma SaaS você estará pagando pelo serviço que ela disponibilizará e não pelo produto. Para você entender melhor como isso funciona, imagine que você precise de um equipamento X para realizar um serviço. Se você compra o equipamento, você pagará um montante alto logo de cara pelo produto e qualquer custo futuro com manutenção ou melhoria no equipamento deverá sair do seu bolso. Já se você aluga este mesmo equipamento, você estará pagando um preço fixo mensal para utilizá-lo, ou seja, você paga pelo serviço que o equipamento realiza e a empresa com quem você fez o aluguel deverá garantir que ele esteja sempre em funcionamento e em suas melhores condições. A plataforma SaaS funciona da mesma maneira de um aluguel: você pagará um valor mensal ao fornecedor contratado pelo desenvolvimento e pela hospedagem do seu e-commerce, sendo que é responsabilidade dele que o sistema esteja sempre rodando e atualizado. E agora, você se pergunta… Será que vale a pena pagar por uma plataforma SaaS? E a resposta é que sim, vale muito! Essa alternativa permite às empresas economizar tempo, dinheiro e ainda diminuir a preocupação com a infraestrutura de TI. Como? Utilizando a infraestrutura do fornecedor Por meio de planos mensais com um custo bem acessível, no SaaS você suaviza o consumo de recursos, já que não precisa investir em equipamentos e infraestrutura de TI para que o sistema funcione. Isso porque você utilizará pelos recursos do fornecedor, que será responsável por hospedar sua loja virtual. Facilitando a implantação e operação O desenvolvimento do seu e-commerce por meio de uma plataforma SaaS funciona de uma forma simples e rápida. Além disso, depois de pronta, a plataforma é bem simples de operar, facilitando o cadastro de novos produtos e a otimização do site por meio de técnicas de SEO (Search Engine Optimization) — muito importantes para melhorar seu rankeamento no Google. Garantindo segurança da informação Em uma loja virtual, você lidará com dados sensíveis dos seus clientes a todo momento. E uma das coisas que eles levam mais em conta na hora de comprar online é a segurança da loja onde estão fazendo a compra. Com uma plataforma SaaS é possível contar com protocolos de criptografia que fornecem acesso remoto seguro, vigilância e backup regular. Assegurando flexibilidade para crescer As plataformas SaaS são flexíveis e escalonáveis. Sendo assim, podem oferecer desde recursos básicos até os mais complexos para um e-commerce. Isso significa que se o seu negócio começar a crescer, você poderá demandar o acréscimo de ferramentas que auxiliem em uma operação mais robusta e suportem esse crescimento. Agora que você já sabe qual plataforma escolher para seu e-commerce, leia também nosso post sobre lojas físicas e lojas virtuais e saiba como aproveitar o melhor dos dois modelos!

Gerenciamento de mídias sociais para e-commerce: 4 boas práticas para conquistar o seu público!

Usar as mídias sociais para alcançar o público de sua loja virtual é indispensável nos dias de hoje. Segundo a pesquisa Digital in 2016, 45% da população brasileira utiliza alguma rede social no seu dia a dia. E esse número pode aumentar consideravelmente nos próximas anos, uma vez que 91% da população adulta possui um smartphone. Diante de dados tão expressivos, é impossível não incluir o gerenciamento de mídias sociais na estratégia de marketing digital de seu e-commerce. E para ajudá-lo a ter mais sucesso, listamos 4 dicas essenciais para a criação do perfil de sua loja. Confira: Esteja nas redes sociais usadas por seus clientes Pode parecer óbvio, mas de nada adianta investir na criação de perfis em todas as redes sociais disponíveis se os seus clientes não estiverem por lá. Por isso, antes de criar perfis em todas as redes sociais disponíveis busque compreender sua persona e identifique quais mídias sociais ela realmente utiliza no seu dia a dia. Se tiver dúvidas, pergunte a seus clientes e prospects quais rede sociais eles usam. Fazendo isso, você evita falar com um público que não é interessante para sua empresa, economizando tempo e dinheiro que pode ser usado para investir nas mídias sociais que realmente podem gerar retorno. Adapte sua linguagem de acordo com a mídia social que você utilizar Se você quer ter sucesso em sua estratégia de gerenciamento de mídias sociais, é importante compreender que cada rede possui suas particularidades e você precisa respeitá-las para conquistar os resultados esperados para seu e-commerce. O Twitter, por exemplo, é uma rede social muito dinâmica e as mensagens devem ser curtas e objetivas. Já o Facebook permite uma maior flexibilidade, não limitando a quantidade de palavras e aceitando bem várias abordagens diferentes. Já o LinkedIn exige uma linguagem mais formal, tendo em vista que seus usuários estão preocupados com a construção de sua rede profissional. Esses são apenas exemplos para você entender a importância de adaptar sua linguagem de acordo com a rede social que está utilizando. Se tiver dúvidas, acompanhe o que tem sido feito pelos perfis de maior sucesso no segmento de sua loja virtual — inclusive seus concorrentes. Fazendo isso, você saberá como agir para sua estratégia ter resultados ainda melhores. Determine objetivos claros e que façam a diferença para sua loja virtual Muitas empresas investem nas mídias sociais sonhando em ter um grande número fãs e seguidores, além de um grande número de compartilhamentos de suas mensagens. E apesar de serem dados realmente importantes para medir o alcance de sua loja virtual nessas plataformas, é preciso lembrar que esses números jamais devem ser o objetivo final de sua estratégia. A sua atuação deve ter como objetivo gerar tráfego para a sua loja virtual, gerar leads e, com isso, gerar mais vendas. Publique conteúdo que seja interessante para seu cliente O conteúdo que você compartilha com seus clientes nas mídias sociais é um fator chave para o sucesso de sua estratégia. E mais uma vez a compreensão de sua persona pode ajudá-lo a determinar quais conteúdos trabalhar nos seus perfis. Por isso, produza artigos e postagens relevantes e de qualidade, capazes de atrair a atenção de seus clientes e que estejam relacionado a seu negócio. Falar sobre o que o cliente de seu e-commerce quer ouvir é a melhor maneira de atrair sua atenção para a sua loja virtual. E agora que você conhece as melhores práticas para o gerenciamento de mídias sociais para e-commerce, aprenda também sobre as diferenças entre lojas físicas e lojas virtuais e aproveite o melhor desses dois modelos.

Marketplace uma nova tendência de mercado

Para entendermos melhor o que é MARKETPLACE, precisamos entender a lógica e a diferença da venda em ambiente virtual e nas lojas físicas. Ao decidir abrir uma loja física, via de regra, escolhe-se a localidade e o ponto comercial, sempre de olho no tráfego de pessoas que teremos, afinal quanto mais pessoas passam na frente da loja, maior será chance de vender, principalmente se os produtos e preços oferecidos estão adequados a este público. Oferecer produtos extremamente sofisticados para um mercado popular, onde o perfil do consumidor não converge para este mix de produtos não é uma boa estratégia. Sendo assim, adequar o mix de produtos ao mercado que se pretende atuar se faz necessário. Fica fácil entender então que para abrirmos uma loja física, precisamos fazer uma pesquisa de mercado que nos aponte o local ideal, visando o público alvo que pretendemos atingir com o mix de produtos que ofereceremos para o mesmo. Ao decidir montar uma loja virtual, devemos ter em mente que diferentemente de uma loja física, ninguém “passa”  por ela, afinal como o nome já diz, ela é VIRTUAL. Sendo assim, o grande desafio para o sucesso de uma loja virtual é que ela tenha AUDIÊNCIA e esta se converta em vendas. Neste cenário, para alcançar esta audiência, vários são os caminhos que podem ser seguidos, dentre eles, anunciar no Google Adwords, Facebook Ads. ou até mesmo comprar algum espaço publicitário. Além das ações ortodoxas para conquistar audiência e clientes no mundo digital, nos últimos anos tem surgido novas formas de acelerar as vendas. Dentre elas, podemos destacar a que mais tem se popularizado recentemente que é a utilização de MARKETPLACE. Como já falamos no início, o grande desafio para vender no mundo virtual é conseguir audiência para a sua loja e é exatamente neste ponto que os MARKETPLACES podem ajudar pois estas lojas virtuais já são conhecidas, tem um número grande clientes e investem um grande montante de dinheiro em marketing digital. De olho em novas possibilidade de ganhos, estas lojas virtuais, que já possuem a tão desejada audiência, passaram a disponibilizar para terceiros (outros lojistas), a possibilidade de vender produtos no site deles em troca de comissionamento sobre as vendas realizadas. Essa estratégia encurta o ciclo de venda de seus produtos na internet.

Loja física e loja virtual: Como aproveitar os dois modelos?

Loja Física e Loja virtual: Poder comprar qualquer produto sem precisar sair de casa sempre foi um desejo do ser humano. Só para se ter uma ideia, a gente ainda nem sabia o que era eletricidade quando algumas lojas já vendiam seus produtos por meio de catálogos que chegavam pelo correio. E isso sem falar do Minitel, um sistema desenvolvido na França, em 1982, que conectava alguns computadores on-line para receber o pedido de milhares de usuários por telefone. Hoje já é uma realidade: a melhor maneira de comprar algum produto sem pôr os pés na rua é nos e-commerces. Mas será que as compras da loja física e loja virtual são tão diferentes assim? Será que existe alguma maneira de o empreendedor aproveitar os dois modelos para faturar ainda mais? São essas e outras perguntas que vamos responder neste post. Confira! Loja física Vantagens Mais segurança nas vendas por crédito: teoricamente, não basta apenas apresentar o cartão, é preciso que o cliente também mostre a identidade assine durante a compra. Velocidade para receber o produto: não é preciso esperar pelo envio do produto pelo correio. Aspectos sensoriais: nas lojas físicas, o cliente pode tocar e experimentar o produto antes de levar. Desvantagens Limitações de espaço: vai vender vários produtos? Então é preciso ter espaço para armazená-los e mostrá-los aos clientes. Quantidade limitada de produtos: a quantidade de produtos que você pode vender é limitada ao tamanho da sua loja. A análise de resultados não é tão abrangente quanto a on-line: a análise de resultados aqui só leva em conta os dados de pessoas que entraram na sua loja e realizaram uma compra ou das que foram contabilizadas por algum atendente. Loja virtual Vantagens Compra feita de qualquer lugar : de casa, do trabalho, da rua e até de cidades onde não existem lojas é possível comprar pela web. Não é preciso ter uma loja física: ainda que seja preciso estocar o produto em algum lugar, é possível montar uma loja virtual usando apenas o estoque de terceiros. Melhor análise de resultados para tomadas de decisões: quem comprou, quem não comprou, quem viu um anúncio: tudo isso pode ser contabilizado on-line, além de outras informações como idade dos visitantes, região e sexo. Desvantagens Não é possível experimentar o produto antes de comprar: vai comprar uma roupa? Então espere ela chegar para experimentar. Não há o auxílio de um vendedor: o sistema de venda tem que ser bem interativo aqui, já que não existe a ajuda de um vendedor físico. Se o seu preço não for o melhor, fica mais fácil perder o cliente: na internet, o seu concorrente está a um clique de distância. Integrando a loja física e loja virtual Veja como tirar o melhor proveito desses dois formatos e fazê-las trabalharem em conjunto: Resgate na loja Muitas marcas dão a opção de o cliente comprar on-line e retirar o produto em uma de suas lojas físicas. Assim não é cobrado o frete. Automação comercial Com sistemas de automação comercial é possível controlar o que é vendido on-line e off-line, fazendo com que a logística dos dois modelos funcione sem problemas para o dono do negócio. ROPO: procura on-line, compra off-line Uma pesquisa realizada pelo Google já mostrou que 38% das pessoas conectadas à web tendem a fazer alguma pesquisa por preço antes de efetuar a compra em uma loja física. Um hábito que pode ser identificado como ROPO (research online, purchase offline). Outro detalhe da pesquisa? A cada 1 dólar gasto nos e-commerces, as lojas físicas também podem lucrar quase o mesmo tanto off-line, com cartões de desconto e promoções. Viu só como é possível aproveitar sua loja física e loja virtual? Pois agora que você já sabe como fazer isso, que tal colocar logo as mãos na massa? Gostou do nosso conteúdo? Então diga o que achou e aproveite para tirar alguma dúvida sobre o tema aqui mesmo nos comentários!