Como proteger suas informações digitais?
Devido o vertiginoso avanço da tecnologia nos últimos anos, os dispositivos eletrônicos rapidamente se tornam ultrapassados . Isso se deve a um processo conhecido como Obsolescência Programada, estratégia desenvolvida pela Indústria com o intuito de diminuir o tempo de vida útil determinado para cada tipo de produto. Neste cenário, muitas vezes não sabemos como se desfazer dos nossos equipamentos eletrônicos da maneira correta e por esta razão podemos ficar expostos a pessoas mal intencionadas que, de alguma maneira, podem recuperar e utilizar nossos dados. Algumas pessoas pensam que apenas formatar HD’s, CD’s, Pendrives, SSD, etc, é o suficiente para apagar os arquivos definitivamente, porém se enganam. Hoje, já existe no mercado diversas formas de recuperação de dados, sem grandes dificuldades. Com isso, dados sigilosos, contidos nestas mídias, acabam disponíveis para fraudes. As informações digitais são mais vulneráveis ao furto do que as informações impressas, já que são utilizadas constantemente em aparelhos conectados a rede (internet). Por esta razão, é imprescindível ter atenção quando for compartilhar dados utilizando qualquer tipo de mídia. Para diminuir o risco do furto de informação, recomenda-se destruir totalmente a mídia (HD’s, CD’s, Pendrives, SSD, etc) para que não seja possível a restauração da mesma. Essa prática ajuda a combater problemas como fraude, espionagem industrial, roubo de identidade, entre outros. Por mais surreal que parece já existe empresas aqui no Brasil vendendo este tipo de solução, para clientes que não podem correr o risco de vazamento da informação. Assista ao vídeo abaixo e conheça a forma correta de destruir esses dispositivos.
Como escolher as redes sociais certas para sua empresa?
Escolher as redes sociais certas para sua empresa é fundamental para qualquer tipo de negócio. Elas funcionam como uma vitrine dos seus produtos, são ótimas ferramentas de divulgação para lançamento ou promoções e são importantes canais de comunicação com os clientes. Mas como escolher quais redes sociais sua empresa deve ter? Pinterest, Instagram, Facebook, Twitter, YouTube, Google + ou LinkedIn… Isso só para citar as mais populares. As opções são muitas! É preciso reservar um tempo para analisar com cuidado o que cada uma pode oferecer a você e sua empresa. Só assim será possível planejar suas ações de marketing e coletar resultados positivos e duradouros. Não cometa o erro de criar contas em todas as redes sociais que existem, só para marcar presença. Nessas horas, ter foco é essencial para definir quais são as prioridades e descobrir em qual canal seu público-alvo está. Caso contrário, você perderá tempo e recursos administrando algo que não tem a ver com o negócio. Veja, abaixo, dicas para você escolher a rede social certa para sua empresa: Defina quais são os objetivos da empresa O que você deseja alcançar com as redes sociais? Fortalecer sua marca, gerar engajamento, estreitar a relação com o cliente ou aumentar as vendas? É preciso ter isso em mente antes de escolher se vai postar no Facebook, YouTube ou Instagram. Parece complexo, mas não é. Um planejamento nas redes sociais precisa ter um objetivo para ser traçado. Por isso, anote no papel o que você quer para sua empresa e vamos ao segundo passo. Analise o perfil do seu público-alvo O ideal é fazer uma breve pesquisa com os clientes ou potenciais clientes. Em qual rede social eles estão mais presentes e usam com mais frequência? Se você tem uma loja virtual de roupas, por exemplo, é interessante descobrir onde as pessoas gostam de buscar inspiração antes de realizar uma compra. Aqui, a resposta encontrada será, provavelmente, Pinterest ou Instagram, pois ambas são redes bem visuais, onde as imagens são os destaques. Além de garantir que mais pessoas vão ver sua divulgação, é uma maneira de aumentar, ainda mais, as chances de fechar vendas. Por isso, não basta estar presente na rede social. Você precisa saber usá-la em seu favor, de acordo com o perfil do público-alvo. Faça testes nas redes sociais Vamos supor que você inscreveu sua empresa no Instagram e no Facebook. Faça o planejamento mensal com três posts por semana em cada uma delas, por exemplo. O ideal é que sejam conteúdos diferentes, pensados especificamente para cada rede, e não um “copie e cole” nas duas. Comece devagar e vá sentindo o que os clientes estão curtindo ou em qual rede social eles interagem mais. Esse teste é importante para que você possa dedicar mais tempo àquela rede que mais te atende. Geralmente, as respostas são imediatas e você perceberá se o seu objetivo está sendo, aos poucos, alcançado. Invista em conteúdo Independentemente de qual rede social for ideal para sua empresa, saiba que ela só revelará seu potencial se você investir em conteúdo. Se os seus clientes gostam de acompanhar sua marca no YouTube, faça vídeos de qualidade com uma câmera própria e com assuntos interessantes. Se o seu público-alvo não desgruda do Instagram, tenha um arquivo repleto de fotos com bons enquadramentos e com legendas criativas! No Facebook, aposte em memes e posts que geram engajamento (claro, desde que faça sentido para a sua marca). E por aí vai. Procure os cases de sucesso em cada rede para se inspirar. Conteúdo é a chave para o sucesso! Fonte: Academia UOL Host
5 razões para integrar ERP ao seu e-commerce
A necessidade de ter uma presença digital já é um consenso de mercado. Empresas de todos os seguimentos sabem da importância de estar na WEB. Entretanto, se sua empresa atua no mercado B2C (Business to Consumer) ou mesmo B2B (Business to Business), ou seja, é uma empresa comercial, este cenário é ainda mais impositivo, uma vez que, cada vez mais as pessoas se utilizam de meios digitais para encontrar os produtos que desejam. Uma loja virtual é na verdade um negócio como outro qualquer, apenas atuando em um novo mercado, a WEB. Sendo assim, deve-se ter preocupação com gestão de estoque, emissão de nota fiscal, meios de pagamento etc., tanto quanto teríamos numa loja física. Para se conseguir um bom controle dos processos é recomendável a utilização de um ERP (Enterprise Resource Planning), também conhecido como Sistema de Gestão Online, que nada mais é que um Sistema de Automação vital para o varejo, pois é o responsável por cuidar de todas as operações diárias da empresa. A implantação deste sistema de forma integrada com as lojas virtuais garante uma administração segura e eficiente, permitindo assim que todas as etapas da gestão sejam realizadas em uma única ferramenta, diminuindo assim a chance de erros ou duplicidades. Pensando nisso, abordaremos 5 razões para integrar ERP ao seu e-commerce. Veja: 1. Emissão de nota fiscal eletrônica automatizada: À medida que seu negócio cresce, a emissão de notas fiscais e o controle de informações podem se tornar cada vez mais burocráticos. Ao fazer a integração de seu ERP com sua Loja Virtual, este processo será agilizado, evitando a redigitação dos pedidos de clientes, além da baixa automática do estoque das mercadorias vendidas. 2. Estoque integrado e compartilhado: Outra ótima razão para integrar o sistema ERP a sua loja virtual, é poder ter um controle de estoque integrado, compartilha-lo entre a loja física e virtual, diminuindo assim o investimento inicial em estoque neste novo canal. Além disso, a integração facilitará a identificação dos produtos de maior giro possibilitando assim um ajuste de suas compras. 3. Agiliza processos administrativos: Gerir um novo negócio (WEB) de forma integrada ao seu negócio físico permitirá a economia de recursos, sejam eles de material humano ou mesmo estoque. A vantagem desta integração é automação e sincronização, tornando os procedimentos mais ágeis e economizando tempo. 4. Integração total com o e-commerce: O maior benefício da integração da sua loja virtual com seu sistema de automação é sem dúvida alguma a possibilidade de gerir 2 canais de vendas (loja física e loja virtual) de forma unificada, diminuindo assim os riscos e investimentos inicias. Em outras palavras, fazer mais com menos, testar o novo canal de vendas sem que seja necessário um grande aporte de capital, podendo assim, direcionar o investimento apenas para a divulgação do novo canal. 5. Visão mais ampla e completa do consumidor: O sistema ERP proporciona ao negociante a oportunidade de conhecer o comportamento de compra de seus consumidores, tais como: quais são os produtos que despertam interesse, o período em que os clientes geralmente realizam alguma compra, os tipos de pagamentos mais realizados por eles, se fazem muitas reclamações etc. Descobrir tudo isto pode ajudar o seu negócio a resolver qualquer problema que venha a surgir e a criar novas oportunidades de compra para estes clientes.
A realidade sobre a decadência dos shoppings nos EUA
De acordo com levantamentos feitos pelo Banco Credit Suisse, cerca de 20% a 25% dos shoppings americanos devem fechar as portas até o ano de 2022. Isso quer dizer que de 240 a 300 dos grandes espaços correm risco de declarar falência e encerrar suas atividades. Decadência dos Shoppings A decadência vem ocorrendo porque há alguns anos o número de pessoas que frequentam shoppings tem diminuído e, de acordo com as informações concedidas pelo Conselho Internacional de Shopping Centers, já é um fenômeno estrutural. Um dos problemas é fechamento das lojas físicas, chegando a 3.600 lojas só neste ano, podendo chegar a 8.640 até o final do ano de acordo com a estimativa do banco. O principal motivo? A concorrência com as lojas virtuais, que oferecem maior comodidade, agilidade e promoções. Se o número de lojas fechadas for igual ao da previsão, só este ano a quantidade de fechamentos excederá 4 vezes mais que o total de 2016. Até então o ano de maior número registrado tinha sido o de 2008, com 6.163 lojas encerradas. Aqui no Brasil, de acordo com pesquisas realizadas pelo Ibope inteligência, 20 shoppings que foram abertos em 2016 atuam com mais da metade de suas lojas fechadas – 55%. Os números superam os dos centros comerciais que foram abertos entre 2013 e 2015, que registraram que 45% das lojas estavam vazias. No ano passado o número de lojas vazias em shoppings consolidados foi de 8,5% enquanto em 2015 foi de 9,1%. Comércio no Meio Eletrônico Analistas do Goldman também apontam a mudança no modo de consumo trazida pelo comércio eletrônico, que tem servido como um grande estimulante para que essa transformação ocorra. Existe uma grande disparidade no ritmo de crescimento das lojas. As físicas tem uma base de crescimento de apenas 1% a 2% por ano, enquanto as lojas online crescem entre 15% e 14%. Além disso, ainda tem o aumento de compras realizadas via smartphone, que representa 30% do mercado atual, tendo em vista que 91% da população americana tem acesso constante a seus celulares todos os dias. O êxito do mercado varejista virá da junção entre o físico e virtual, já que existem muitas pessoas que olham produtos em lojas físicas e finalizam a compra pela loja virtual ou vice e versa. A previsão do Credit Suisse é que a fração do comércio eletrônico correspondente a venda de vestuários que atualmente ocupa 17% do mercado passe para 37% em 2030. Outro motivo é o crescimento dos chamados Outlets (mercados de vendas a varejo, em que produtores e indústrias vendem seus produtos com preços mais baratos, diretamente para o público), que em geral ficam fora dos shoppings (geralmente se encontram na saída de grandes cidades ou regiões) e estão ganhando o mercado. Como você pode ver, o momento está cada vez mais propício para investir nos famosos e-commerces e unir o real com o virtual. Que tal integrar sua loja física com a loja online?
Inbound Marketing
O Inbound Marketing é uma estratégia que visa atrair seu cliente de forma voluntária para o site da empresa. Baseia-se na criação e no compartilhamento de conteúdo voltado para um público-alvo específico. Conquistando assim, a permissão de se comunicar de forma direta, criando um relacionamento com seu cliente que pode ser duradouro, ao invés de propagandas e de interrupções que são a base do Marketing tradicional. O Inicio do Conteúdo Na verdade, o marketing de conteúdo é muito mais antigo do que podemos imaginar. Sem perceber, diversas vezes na história tivemos iniciativas que nada mais são de marketing de conteúdo. A MICHELIN, por exemplo, ainda no século XIX, especializada em produzir pneus para carruagens e carros, ampliou a ideia do uso de seus produtos, oferecendo motivos para as pessoas viajarem mais. Pensando nisso, ela criou um dos mais conceituados guias gastronômicos do mundo, com mais de 400 páginas de dicas de restaurantes e pontos turísticos, o GUIA MICHELIN. Desta forma, as pessoas estimuladas em viajar e conhecer novos lugares e restaurantes acabariam por consumir mais pneus. A Evolução Outro Case também muito conhecido é o canal de vídeo da Blendtec, fabricante de liquidificadores, que criou em 2006 um canal no youtube, onde o seu CEO Tom Dickson faz demonstrações do seu produto destruindo celulares e tablets no liquidificador Blentec. Esta “brincadeira” resultou em mais de 30 milhões de visualizações ao longo destes 10 anos, com um crescimento de 700% no seu faturamento transformado-se um dos maiores fabricantes de liquidificadores. Além disso, tornou-se um ícone de mercado. Dificilmente você comprará um modelo da Blendtec no Brasil por menos de R$ 3.000,00, um preço muito superior a qualquer modelo de liquidificador que você conheça. Por outro lado, no marketing tradicional, também conhecido por Outbound Marketing, somos impactados o tempo todo por propagandas e por anúncios pelo simples motivo de estarmos assistindo uma novela, um vídeo ou um documentário. Quem já não ficou extremamente irritado por esta intromissão alheia a sua vontade? Pois é, o Inbound Marketing, vem para mudar este paradigma. Com ele, você deixa de atrair seus clientes para um determinado produto e passa a atraí-lo para um determinado assunto onde o relevante passa a ser o conteúdo abordado . Existem inúmeras formas de se praticar o Inbound Marketing dentre elas podemos citar: Publicação de posts em blog; Ebooks; Webinars; E-mail marketing; Conteúdo em Mídias Sociais; O consumidor do século XXI, com acessibilidade cada vez maior ao mundo digital, deseja ter conteúdo de qualidade, sem interrupções e sem tratá-lo com verbos de ação. Quem toma a decisão de compra é ele próprio. É neste cenário que o Inbound Marketing se destaca como uma ótima estratégia, pois não é invasivo e consegue ser mais respeitoso na hora de impactar seu público. O Inbound atinge as pessoas que realmente estão interessadas na mensagem dada naquele momento, aumentando significantemente as chances de conversão.
A Importância do Marketing Digital
Na disputa por espaço no mercado varejista, as empresas que ignoram a importância do marketing digital e a necessidade de investimentos nos meios digitais vêem ameaçada a sua capacidade competitiva. Afinal mais de 100 milhões de brasileiros acessam a internet atualmente e as compras online já superaram as realizadas em lojas físicas. Para alimentar sua presença online e atrair mais consumidores em canais digitais, as empresas podem recorrer ao marketing digital para o varejo. Essa estratégia permite vários benefícios para que os varejistas ampliem seu potencial de vendas e aprimorem o relacionamento com clientes. Embora possa ser o objetivo principal de uma estratégia no varejo, o aumento de vendas não é o único benefício imediato proporcionado pelo marketing digital. Empresas que recorrem a essa ferramenta constroem laços mais fortes com clientes e aumentam sua capacidade de fidelização, fortalecem sua presença online e têm maior precisão na análise de resultados. Um dos grandes desafios na busca por visibilidade e resultados de uma loja virtual passa pela divulgação da mesma. Diferente das lojas físicas, numa loja virtual, ninguém “passa” por ela , ou seja, não há tráfego. Sendo assim, há que se desenvolver formas para encontrar seu público alvo e uma das maneiras se dá com a utilização do Marketing Digital. Marketing Digital Com a chegada da internet para mudar as nossas vidas, deu-se início ao que chamamos de Marketing 3.0, um conceito de marketing guiado por valores. O termo ganhou relevância com a publicação de Kotler, e tem seu conceito centrado do ser humano. O marketing deixa, assim, de ser uma ferramenta para vender mais, e passa a ser o caminho das pedras para um relacionamento duradouro da empresa com os seus clientes. Tanto que esses clientes tornam-se embaixadores da marca. O posicionamento da empresa é questão chave para um bom resultado, e os investimentos em branding – cada vez mais altos – observados com os discursos de marca e conceitos de comerciais, por vezes bastante polêmicos, não me deixam mentir. Com essa nova realidade de mundo, as pessoas tornaram-se mais exigentes, menos pacientes, e a concorrência tomou uma proporção muito maior. O termo marketing digital é popularizado nesse contexto, e ganha cada vez mais proporção à medida que a tecnologia se firma no cotidiano de cada indivíduo. Facilidade, Desafios e Importância do Marketing Digital na sua empresa Por muito tempo, alardeou-se erradamente que no mundo virtual, seria muito mais fácil e barato de se trabalhar. Muitos acreditavam que ficariam ricos, em pouco tempo, sem nada gastar em relação a promoção e divulgação do site, bastaria colocar o site no ar que as vendas decolariam sem esforço algum. Hoje em dia está claro que somente com um estratégia clara podemos entender a importância do Marketing Digital para qualquer empresa nos dias de hoje Hoje podemos afirmar, sem medo de errar, que esta crença é completamente equivocada. Um site institucional ou uma loja virtual, necessitam além de grande dedicação, investimentos em Marketing Digital. Somente assim, sua loja, seus produtos e serviços serão conhecidos por possíveis clientes, gerando a chance de conversão em vendas. Diferente das lojas físicas, que visam prioritariamente o cliente local, no mundo virtual, há uma quebra das barreira geográfica possibilitando o acesso de seus produtos em locais jamais imaginado. Hoje já somos mais de 110 milhões de usuários espalhados por todo país, este número que demonstra o grande potencial do mercado Brasileiro. Assim, fica fácil entender a necessidade de se utilizar o Marketing Digital para que se faça presente neste universo de possíveis clientes. A quantidade de produtos no marketing digital é muito grande e deve ser escolhido conforme sua necessidade e pretensão. Cada um tem sua especificidade e atende a um propósito. Desta forma não existe o certo ou errado, mas sim, o mais adequado ao objetivo planejado. Abaixo listamos alguns do principais produtos. GOOGLE Hoje é inimaginável procurar por respostas sem pensar imediatamente em busca-las no Google. Em um ano, pelo menos 2 trilhões de buscas são realizadas no Google em todo o mundo. Tudo, simplesmente tudo, que procuramos tem resposta lá, senão a mais adequada, pelo menos a mais próxima do que procuramos. Logo, fica claro que temos que ter uma presença forte e correta no Google. Segundo pesquisas atè 2020, 50% de todas as pesquisas fewitas nop google, serão feitas através de voz. Sendo assim, esteja preparado para responder de forma clara, os questionamentos de seus possìveis clientes. A presença no Google pode ser paga, através de links patrocinados, ou de forma orgânica. A diferença entre elas é que enquanto numa você paga para aparecer (link patrocinado), na outra não há custo (pelo menos direto). O Google classifica a qualidade da informação de seus produtos e verifica se merecem aparecer nas primeiras posições de pesquisas. É importante saber que mais de 80% das pessoas resolvem seus problemas na 1ª página de busca do Google, “BINGO…”, Entende a importância de estar na primeira página da pesquisa?. Não bastasse isso, mais de 50% dos cliques da primeira página ficam com as 3 primeiras posições, ou seja, também não basta esta na primeira página, é preciso estar no topo. A importância das MÍDIAS SOCIAIS no Marketing Digital As mídias sociais são um fenômeno mundial, o FACEBOOK tem mais de 2,6 Bilhões de usuário espalhados pelo mundo, 8 em cada 10 Brasileiros estão conectados nele. O INSTAGRAN já tem mais de mais de 1 bilhão de usuários o WhatsApp mais de 1,5 bilhões de usuários. Utilizar qualquer dessas mídias para fomentar negócios é fundamental. Tanto como no GOOGLE, você tem diferentes formas de divulgar sua empresa, seus produtos ou serviços no FACEBOOK, INSTAGRAN. Você deve criar uma página para sua empresa e divulgá-la para o maior número de pessoas possível. Quanto mais curtidas e engajamento você tiver na sua página, mais você irá aparecer na “timeline” de outras pessoas, o que pode vir a representar novos negócios. Entretanto, além desta forma orgânica, você também pode investir para fazer sua página aparecer para mais pessoas, através do FACEBOOK ADS.
Loja virtual no Facebook: Aprenda a usar para fazer seu e-commerce “bombar”
Uma das fortes tendências para fortalecer as vendas na web é a inserção da loja virtual no Facebook. Para quem não sabe, esse recurso surgiu a alguns anos, mas só agora está ganhando mais forças, principalmente pela sua integração com o Instagram, a plataforma que mais tem crescido nos últimos tempos. Apesar de muitas pessoas serem um pouco reticentes com relação a loja virtual do Facebook, por conta dos seus poucos recursos. Apesar disso, a plataforma tem ganhado cada vez mais espaço por se tornar uma forma atraente de aumentar os acessos dos sites estilo e-commerce. Pensando desta forma, separamos algumas dicas para você montar sua loja virtual no Facebook e aprender como faze-lá cair nas graças do público. Tipos de loja para o Facebook Para criar uma loja virtual no Facebook, primeiramente você deve ter uma conta na plataforma e ter uma página comercial vinculada a ela. Se você já possui uma página da sua empresa, será apenas necessário habilitar a função “loja” nas configurações gerais da sua página. Basicamente, existem 4 tipos de caminhos para a criação de uma loja virtual nessa rede social. São elas: Veja quais as características de cada uma delas logo abaixo. Plataforma de F-commerce própria A primeira opção é a solução mais complicada por envolver muita programação e manutenção constante. Na maioria das vezes essa solução é adotada por grandes operações de e-commerce como a americanas.com, por exemplo. Essa opção só é válida para empresas que possuam uma grande operação. Aplicativos para criação de lojas no Facebook A segunda opção é utilizar um aplicativo pronto, como a Likestore, o que é para quem está começando. Neste caso, a empresa desenvolve um aplicativo próprio com um ambiente para a sua loja. Por meio deste aplicativo, cria-se uma loja virtual no Facebook e funciona como uma loja virtual convencional, só que exclusiva do ambiente no Facebook. A desvantagem do aplicativo de lojas virtuais no Facebook é justamente o da terceirização da TI. O Facebook muda seus protocolos sempre e por isso, será necessário manter uma equipe de plantão para esse tipo de serviço emergencial. Isso significa mais custos para a operação e redução das margens de lucro. O problema com essa opção é o custo. Na maioria dos casos você irá pagar um valor fixo pelo uso da plataforma e também um percentual sobre as vendas realizadas através do aplicativo. Loja no Facebook integrada a sua plataforma de e-commerce A terceira opção para quem deseja ter uma loja virtual no Facebook é criá-la através da sua própria plataforma de e-commerce. Muitos sistemas de lojas virtuais já vêm com esse recurso. A grande vantagem neste caso é que você poderá gerenciar todas as vendas em um só lugar. Loja virtual oferecida pelo próprio Facebook A última maneira de montar uma loja virtual no Facebook é utilizando a própria plataforma de e-commerce oferecida por ele. Como citamos acima, se você já possui uma página, poderá ativar a função Loja em seu painel de configurações e montar a sua loja integrada à sua página. Como criar uma loja no Facebook Na página de configurações, selecione a seção “Modelos e guias” e adicione a guia loja na sua página. Após habilitar sua loja, clique no ícone correspondente a ela na página do seu perfil e clique em “adicionar produtos”. À partir dai, você pode começar a cadastrar os seus produtos, adicionando fotos, vídeos, nome, preço, descrição e a url do produto na sua loja virtual para finalização da compra. Como a loja virtual no Facebook aumenta o tráfego no meu site? Depois de montar sua loja da maneira que melhor lhe atender, fica muito mais fácil de criar campanhas nas redes sociais, adicionando um ou vários produtos em um mesmo post e impulsioná-lo. Você pode criar configurações personalizadas que levarão seus clientes direto para o seu site após o clique no anúncio. Desta forma é possível compreender que uma ferramenta não briga com a outra. Ao utilizar a loja virtual do Facebook da maneira correta, torna muito maior o número de alcance dos produtos que estão sendo comercializados em seu site, elevando assim o número de acessos. Com os seus produtos disponíveis nessa rede social há uma maior possibilidade de interação já que os usuários podem compartilhar com outras pessoas e assim alcançar novos potenciais clientes. E o melhor! Tudo isso de forma gratuita, sem pesar no seu orçamento. Outro ponto positivo de manter uma loja virtual no Facebook é conseguir fazer a mensuração dos seus resultados de maneira prática. O usuário consegue acompanhar quantas visualizações e mensagens cada produto recebeu, além de poder acompanhar a quantidade de vendas dos produtos. Assim, é possível avaliar quais são os produtos mais vendidos e criar estratégias para aumentar suas vendas. Integração da plataforma com o Instagram O instagram é uma rede social conhecida por seu alto poder de divulgação de imagens, o que atrai a atenção de muitos produtores de conteúdo e patrocinadores. Não é à toa que essa rede social tem se tornado uma das mais utilizadas da atualidade, perdendo apenas para o WhatsApp. Muitos investidores têm percebido a capacidade de alcance que essa plataforma possui e como isso poder gerar mais vendas para as empresas. Para aproveitar essa oportunidade de criações de negócio, o Instagram criou recentemente a opção de vendas pela plataforma, o “Instagram Shop”. Tudo isso graças a sua integração com a loja virtual no Facebook. Como começar? Para começar a vender é necessário ter um perfil comercial no Instagram. Para fazer a mudança da conta pessoal para comercial, basta fazer a alterações no menu de configurações da plataforma. Depois de tudo configurado, volte nas configurações e clique no link “empresa” e depois em “Cadastre-se para compras”. À partir daí é importante que você siga alguns passos que a plataforma te exige para que haja a integração entre a página do Facebook com o perfil do Instagram. Depois de fazer tudo, será enviada uma solicitação para a plataforma aprovar a sua loja. Geralmente, o prazo é de 72 horas, mas provavelmente antes disso
Pirâmide de Chet Holmes: Entenda a relação com o Inbound Marketing
Cada vez torna-se mais importante que as empresas estejam atentas as novidades do mercado para captação de novos clientes. No campo digital, as empresas estão buscando sempre produzir conteúdos para atrair os clientes até o site de maneira orgânica, por meio do conhecido Inbound Marketing. Para montar essa estratégia, usa-se o funil de vendas para traçar estratégias de acordo com cada etapa em que o consumidor se encontra. Observe a figura abaixo. Tentando destrinchar cada etapa desse funil de maneira mais clara, Chet Holmes, um produtor cinematográfico que aparentemente nada tem a ver com marketing, desenvolveu o conceito de The Stadium Pitch no qual ele sugere que as empresas façam a seguinte analogia sobre suas técnicas de vendas: Imagine que sua empresa esteja no meio de um estádio repleto de pessoas e seus produtos/serviços estejam sendo vendidos da maneira em que são vendidos atualmente. Para determinar a atitude das pessoas presentes em relação ao seu produto, Holmes designou uma pirâmide (conhecida como pirâmide de Chet Holmes) que classifica cada uma dessas pessoas de acordo com o seu interesse de compra. O resultado obtido (em porcentagem) fica da seguinte forma: 3% das pessoas comprariam o seu produto naquele momento; 6-7% estariam abertos a ouvir sobre seu produto/serviço; 30% não pensariam em ouvir sobre o assunto; 30% achariam que não estão interessados; 30% teriam certeza de que não estão interessados. Esse número pode causar certo espanto para muitas empresas, devido ao baixíssimo número de pessoas que realmente pensam em comprar um determinado produto ou serviço. Porém, isso nos ajuda a compreender melhor como pensa cada perfil de consumidor, de acordo com o seu momento. O que a Pirâmide de Chet Holmes tem em comum com o Inbound Marketing? Se você virar a pirâmide de Chet Holmes de cabeça para baixo, perceberá que ela tem o formato parecido ao funil de vendas utilizado no Inbound Marketing. Sendo assim, podemos fazer uma relação de cada fase do funil com o comportamento dos consumidores, segundo sua classificação na pirâmide. Essa correlação contribui para deixar o fluxo de nutrição de cada empresa mais assertivo, dando ao prospect exatamente o conteúdo que ele precisa para chegar ao momento de compra. Redefinindo as estratégias de Marketing Ao observar minuciosamente a pirâmide de Chet Holmes, percebemos que 97% das pessoas não possuem a intenção de comprar o seu produto. Em outras palavras, isso significa que 97% dos seus investimentos estão sendo desperdiçados. Para evitar essa perda de tempo e dinheiro é preciso realizar um estudo para entender quem realmente são os seus consumidores e onde eles estão. No mínimo, 80% dos seus esforços devem ser concentrados nas mídias ou conteúdos que realmente são de interesse do seu público. Agindo desta forma, sua empresa economiza gastos e ainda obterá resultados melhores. Entretanto, saber que apenas 3% do público está interessados no que você oferece não significa de forma alguma que sua empresa não deva se comunicar com outros 97%. Essas pessoas podem não estar interessadas agora, mas nada impede de que venham estar em algum momento. Sendo assim, quando chegar a hora, o nome da sua empresa deve ser o primeiro a surgir na mente deles. Para conseguir isso é necessário que a empresa esteja apta a orientar todos os visitantes a tomar uma decisão inteligente, que neste caso é fazer negócios com você. Uma das melhores formas de fazer isso é despertá-los para possíveis problemas que possam ter e oferecer-lhes a solução que precisam. Como despertar o interesse do público? O maior erro das empresas é tentar “empurrar” o produto/serviço para o cliente. Essa prática só tende a afastar o consumidor, por ser algo invasivo. Ao apresentar o seu portfólio para alguém que nunca cogitou compra-lo é preciso ter muita cautela para não assustá-lo. Nesse contexto, o Inbound Marketing faz total diferença para conseguir chamar a atenção desse lead de maneira discreta. A criação de conteúdos direcionados e anúncios que vão além do simples “compre agora”, podem contribuir para mudar o momento de compra do consumidor. Existem 4 fases do Inbound Marketing que ajudam as empresas a se espelharem dentro da pirâmide de Chet Holmes. Veja quais são abaixo. Atrair Nessa primeira etapa, a empresa precisa trazer o cliente até ela de forma voluntária. Técnicas de SEO, criação de conteúdo para blog e redes sociais são alguns dos gatilhos que darão o “start” nessa primeira fase. Converter Após colocar o seu público aonde você quer é preciso saber mais informações sobre eles, como nome, e-mail e telefone, por exemplo. Isso transformará o seus visitantes em Leads. Para conseguir essas informações, a empresa precisa disponibilizar ferramentas como formulários, Call to action ou Landing Pages que ofereçam algo em troca dessas informações, podendo ser um material rico ou um desconto. A partir desses dados obtidos, a organização deve estabelecer contatos periódicos com os leads, com informações pertinentes que os façam caminhar dentro do funil de vendas. É importante acompanhar o desenvolvimento de cada um para saber se de fato há um interesse de compra ou não. Fechar Depois de todo o trabalho de nutrição do lead, chegou a hora de transformá-lo em cliente. Para isso é necessário estabelecer um contato mais próximo com ele, seja por meio de uma ligação, e-mail ou visita. Nessa fase, todos os conteúdos devem ser direcionados em caráter pessoal, ou seja, em comunicação “um para um”. Mantenha sempre uma comunicação clara e objetiva para que em nenhum momento o cliente venha se sentir enganado ou confuso sobre o que realmente está adquirindo. Encantar/ Fidelizar Pode-se dizer que essa última fase é a mais importante de todo o fluxo, apesar de muitas vezes ser negligenciada. Conquistar um cliente não é uma tarefa simples, mas mantê-lo é ainda mais complexo, pois é da satisfação do cliente que depende a sua fidelização. Manter contato com os clientes após as vendas deve ser uma prática constante, além de ser necessário se manter sempre disponível para esclarecer qualquer questão. Quando uma empresa surpreende um cliente com seu bom atendimento, ele naturalmente se tornará um “vendedor” voluntário da marca. Todos sabemos que não há nada que convença mais um consumidor
Comércio Eletrônico – Dicas para vender bem de Janeiro a Janeiro
Quem busca investir em comércio eletrônico precisa estar ciente de que é necessário muito planejamento para fazer com que o negócio seja bem sucedido. Com a queda nas vendas das lojas físicas, muitas empresas estão migrando para o cenário virtual, o que consequentemente, aumenta o número de concorrentes. Em meio a tantos desafios, muitas empresas podem encontrar dificuldade para vender em determinadas épocas do ano, seja pela sazonalidade ou pelo seu campo de atuação. Para vencer esses obstáculos que causam grande prejuízo financeiro é importante aplicar algumas estratégias que possam reverter essa situação. Sendo assim, separamos algumas dicas para quem trabalha com comércio eletrônico vender bem de Janeiro a Janeiro. Desenvolva um site atrativo A visão é o sentido humano que mais causa impacto na percepção das pessoas. Deste modo, explorar o visual no seu site de comércio eletrônico é essencial para chamar atenção do público. É importante frisar que quando falamos em “Chamar atenção”, não significa construir um site colorido ou cheio de efeitos. Nesse sentido, o seu site precisa ter as características que o seu público procura. Para exemplificar, imagine um site ligado ao setor tecnológico para empresas com ícones de coloridos e infantilizados, e cheio de ilustrações nas páginas. Provavelmente esse site não passaria a credibilidade necessária, pois não se adéqua ao perfil do público para quem foi criado. Para criar um site atrativo é necessário levar em consideração pontos como: Características do público-alvo; Estrutura; Usabilidade; Funcionalidade A criação de um site responsivo ou com uma versão mobile também é essencial para quem está entrando no ramo de comércio eletrônico. Com a mudança de comportamento dos consumidores, o aumento de compras via celular aumentou em torno de 50%. De qualquer modo, o ideal é realizar uma pesquisa de mercado antes de montar o seu comércio eletrônico para entender melhor como outras empresas do seu setor estão atuando e procurar encontrar um ponto de diferenciação para o seu negócio. Sobreviva a sazonalidade Algumas empresas atuam com nichos de mercado, o que acaba reduzindo drasticamente o seu alcance. Além disso, alguns produtos só geram vendas em determinadas épocas do ano, como roupas de praia, por exemplo. Quem trabalha com produtos sazonais precisa ter estratégias diferentes para conseguir manter o seu negócio de pé durante todo o ano. O primeiro passo para driblar a sazonalidade é saber explorar as datas comemorativas. Esses momentos do ano são os que as vendas mais crescem, sendo assim é preciso aumentar a divulgação nessa época. Utilize também estratégias de marketing para alcançar o público em diversas plataformas, como por exemplo, nas redes sociais. Outra estratégia que pode ajudar a vender mais em épocas de sazonalidade negativa são as promoções. Quem trabalha com estoque sabe o quanto é complicado deixar um produto parado por muito tempo. Nesses casos, abaixar os preços dos produtos ou oferecer algum outro benefício, como um brinde, por exemplo, pode ajudar a combater os prejuízos da sazonalidade. Algo que nunca pode ser deixado de lado é a comunicação com o cliente em todas as épocas do ano. Envie e-mails, faça postagens nas redes sociais e envie informativos para a residência dos seus clientes. Participe do sistema Marketplace Ter um site de comércio eletrônico sempre terá a sua importância, mas as suas vendas on-line não precisam se limitar a ele. Hoje com a ajuda do Marketplace, as empresas conseguem divulgar seus produtos em outros sites. Essa ação aumenta a visibilidade dos artigos vendidos, além de reduzir custos. Sites como Mercado livre e Americanas.com disponibilizam esse tipo de estratégias para que outras empresas vendam os seus produtos. Essa ação abre para as empresas muitas oportunidades de venda, o que consequentemente contribuirá para o crescimento do negócio. Facilite as formas de pagamento e entrega Apesar de ser algo essencial, muitas empresas não dão a devida atenção aos métodos de pagamento que estão disponíveis para os clientes. Apresentar um ambiente seguro para o consumidor é fundamental para efetivar a venda de fato. Segundo pesquisa realizada pela PaymentOne e Javelin Strategy & Research (Why Consumers Don’t Pay: Opportunities for Digital Commerce), 79% dos consumidores comprariam mais nas lojas online se fossem disponibilizadas opções de pagamento mais seguras. Neste caso, coloque em seu site selos de verificação de segurança, além de especificar claramente todas as formas de pagamento disponíveis. Não podemos deixar de ressaltar também que no comércio eletrônico, surpreender na entrega dos produtos é uma ótima estratégia para fidelizar clientes. É importante oferecer sempre mais de um método de entrega das encomendas. Além disso, é de total dever da empresa entregar os produtos dentro do prazo estabelecido. A entrega fora do prazo causa má reputação e penaliza o vendedor de maneira significativa. Faça a analise dos resultados No comércio eletrônico a analise dos resultados é peça chave para fazer com que as ações deem certo. Nem sempre as táticas utilizadas surtem o resultado esperado e por essa razão só com a ajuda da analise será possível observar o que deu certo e o que não. A empresa também deve verificar quais são os produtos mais e menos vendidos no site e designar estratégias diferentes para cada um deles. Essa verificação deve ser realizada mensalmente, pois pode haver variações. Gostou dessas dicas? Compartilhe com seus contatos.
Psicologia do consumo: Como aplicar ao seu e-commerce
Toda empresa procura entender melhor a mente do consumidor para melhor traçar as suas estratégias. Sabendo disso, a empresa consegue ser mais assertiva em agradar ao cliente e consequentemente, fazê-lo comprar mais. Para alcançar esse feito é necessário utilizar alguns artifícios para melhor compreender o pensamento e atitudes do público-alvo. Para isso, a psicologia do consumo ajuda a esclarecer diversas incógnitas que colaboram para que os e-commerces consigam a cativar mais pessoas e consequentemente, vender mais. Portanto, confira nesse artigo algumas estratégias envolvendo a psicologia do consumo que podem contribuir para o desenvolvimento das suas vendas online. Mas afinal, o que é psicologia do consumo? A psicologia, visando compreender um pouco melhor o que leva um cliente a comprar ou usar determinado produto ou serviço, designou um estudo específico para essa área. A psicologia do consumo é um campo que estuda a mente humana no que tange a sua decisão de compra, envolvendo não só o campo psicológico, mas também sociológico, econômico e antropológico. As Empresas que buscam entender esse comportamento do consumidor, bem como as suas preferências, saem na frente da concorrência. Os e-commerces que trabalham com cliente final (B2C) precisam focar nas necessidades básicas e desejos dos consumidores. Como conclusão desse entendimento da mente do consumidor, todas as ações serão pautadas nos gostos do seu público, o que consequentemente aumentará a sua competitividade e vendas. Técnicas no ponto de venda X E-commerce As estratégias no ponto de venda e no e-commerce, apesar de terem algumas semelhanças, apresentam características distintas. O ponto de venda tem a grande vantagem do cliente poder experimentar o produto antes de compra-lo, além da de poder leva-lo para casa no ato da compra. Os vendedores, na maioria dos casos, têm influencia direta na decisão de compra do cliente, pois com uma boa conversa pode influencia-lo a comprar determinado produto. Em contrapartida, as vendas online já não permitem essa interação entre vendedor e cliente. Por essa e outras razões é necessário que a estratégia nesse caso seja ainda mais convincente. Para conseguir isso, algumas técnicas são indispensáveis para atrair o cliente e deixa-lo seguro da decisão que está prestes a tomar. Alguns fatores que influenciam o cliente a comprar em determinada loja online são: Bom Preço; Descrição clara sobre as características, benefícios e modo de uso do produto; Fotos nítidas; Fácil finalização da compra. Entretanto, não existe uma fórmula mágica para fazer o cliente comprar na sua loja e não na concorrência. Desse modo, é preciso estar ciente de que esses fatores podem vir a influenciar ou não. Gatilhos mentais para e-commerce Nosso cérebro recebe a cada instante uma série de estímulos que nos fazem tomar determinadas atitudes. Sendo assim, no campo comercial, a estrutura do site e o diferencial dos produtos disponíveis na loja online precisam incitar os consumidores a adquirir os produtos da loja. Existem alguns gatilhos mentais, também conhecidos como mecanismos cognitivos, dentro da psicologia de consumo que podem contribuir a favor dos negócios online. Veja os 6 principais abaixo. 1- Urgência A correria do dia a dia tem tornado as pessoas cada vez mais imediatistas. Com tanta informação disponível, a necessidade de ter o que se deseja na mesma hora tem se tornado uma sensação constante. Como não poderia deixar de ser, as empresas utilizam esse senso de urgência para captar novas vendas. Momentos específicos como Black Friday, Natal e outras datas comemorativas tendem a ativar o gatinho da urgência, o que gera um maior número de vendas para o e-commerce. 2- Escassez Com certeza você já ouviu falar no ditado “Quando perder, vai dar valor”. Ele se aplica perfeitamente no campo comercial. Quando as lojas colocam alertas como “últimas unidades” ou “vagas limitadas” o gatilho mental de escassez está sendo ativado. No e-commerce, essa estratégia pode contribuir positivamente para que os consumidores comprem rapidamente o produto em questão, por medo de perderem a oportunidade. 3- Reciprocidade Pode parecer estranho, mas a reciprocidade também é um gatilho que pode ser aplicado no âmbito comercial. Quando a sua loja online oferece algo a mais ao público, consequentemente eles se sentem mais atraídos a comprar na sua loja. Por exemplo, oferecer um brinde ao cliente que comprar determinado item da loja virtual é uma forma de reciprocidade. A reciprocidade sem dúvida alguma é um dos gatilhos mais importantes, porque dessa “gentileza ao cliente” é que depende a fidelidade do mesmo. 4- Autoridade Casa vez mais o gatilho de autoridade tem sido trabalhado pelas as empresas, por ser uma forma de passar confiança para o consumidor. Essa autoridade pode ser demonstrada através de conteúdos no site sobre assuntos dentro do universo do portfólio que a empresa oferece como também, convidar algum especialista sobre o assunto para fazer a divulgação da marca ou produto. 5- Antecipação A ansiedade está presente na rotina de milhares de pessoas e isso se reflete nos modos de consumo da sociedade. Por essa razão, muitas lojas aplicam o gatilho de antecipação para envolver os clientes. Um bom exemplo disso é quando uma loja está prestes a lançar uma nova coleção e faz a pré-venda no site. Os consumidores tendem adquirir aquele produto mesmo antes de ser lançado para não correr o risco de não conseguir comprá-lo depois. 6- Prova Social Este gatilho da psicologia do consumo faz total diferença para que um cliente compre em uma determinada loja virtual ou não. A Prova Social se refere às avaliações e experiência que outros clientes tiveram com a sua marca ou loja. Pesquisas recentes apontaram que a decisão de compra do consumidor está diretamente relacionada aos depoimentos e comentários que observam na web. Quanto maior o número de críticas positivas a respeito da loja, maior será o índice de vendas. Conclusão Utilizando sabiamente esses gatilhos da psicologia do consumo, o e-commerce tende a crescer em torno de 20% ao mês. É claro que precisamos lembrá-los de que isso não é uma regra. Todo o trabalho online requer um tempo para começar