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Web Push: Como usar para captar clientes

Web Push notifications são notificações instantâneas enviadas para os usuários através de navegadores, como o Chrome, o Firefox e o Opera. Já deve se ter dado conta, sobretudo, em sites produtores de conteúdo como publicações online de jornais ou blogs, em pop ups no seu navegador. Se no email, o opt-in, ou seja, o seu consentimento para dar os seus dados pessoais é realizado por intermédio de um formulário de inscrição onde normalmente pede o email do usuário para se cadastrar, no web push isso não é necessário! Só precisa de um clique para realizar a inscrição (opt-in). Como o Web Push funciona? Estas notificações são enviadas através do navegador (Chrome, Firefox ou Opera), mesmo que estejam fechados. Quando forem abertos as notificações vão ser disparadas. São mensagens curtas e mais diretas e objetivas. O objetivo é levar os usuários a entrar no seu site através dessas notificações, aumentando o engagement e fazendo o usuário regressar ao site para ler os seus artigos ou até para comprar caso tenha um ecommerce.   Web Push Notifications vs Push Mobile As Web Push Notifications não funcionam apenas nos navegadores dos computadores. Funcionam também nos dispositivos móveis como tablets ou smartphones, mas… atenção! Não confunda Web Push Notifications com Notificações Push Mobile. As Web Push Notifications estão apenas ligadas a um website, e apesar de aparecerem nos smartphones da mesma forma que as notificações push a que já estamos habituados, estas só aparecem quando um usuário abre o navegador, mesmo que não vá ao seu site. As notificações push mobile, por sua vez, estão ligadas a aplicativos que um usuário tem que ter instaladas no seu smartphone. Isso significa que agora pode beneficiar de todas as vantagens das notificações push sem precisar ter uma app.   Razões para Utilizar Web Push Notifications Mantêm os seus visitantes informados As Web Push Notifications podem ser de vários tipos, e todas têm o objetivo de atrair novos usuários, ou trazer usuários antigos de volta para o seu site. Pode, por exemplo: Informar de novos updates no site, ou novidades de conteúdo que possam interessar ao usuário; Informar determinado usuário do abandono de carrinho, se este sair do site antes de completar uma compra; Promover novos conteúdos ou produtos no seu site, ou até mesmo a promover campanhas de descontos.   Funcionam em qualquer dispositivo Como já leu acima, as Web Push Notifications funcionam tanto no computador como num tablet ou smartphone. Quer seja num navegador do computador, quer seja num navegador do tablet ou até mesmo do seu smartphone, as notificações web push podem chegar a qualquer pessoa. Num tablet ou smartphone, a partir do momento em que o usuário permite o envio de notificações web push, estas aparecerão da mesma forma que aparecem as notificações push dos seus aplicativos. O único sistema que atualmente ainda não suporta notificações Web Push é o iOS.   Funcionam com base em permissão Isto significa que quando um usuário entra no seu website aparece uma janela de permissão (opt-in: que pode ser nativo do seu navegador ou personalizado), que pergunta se este deseja ou não receber notificações do website. A partir do momento em que permitir o envio de notificações, estas começarão aparecendo na tela sempre que o usuário tiver o navegador aberto independentemente de estar no seu site ou não.   Maior facilidade para os usuários Com as Web Push notifications, os usuários não precisam de se preocupar em colocar o seu email ou quaisquer dados pessoais para poderem receber avisos do seu site. Portanto, sendo fácil, simples e rápido ativar as notificações, e sabendo que podem desativá-las a qualquer momento, cada vez mais os usuários permitem o envio destas notificações. Isso significa um elevado número de inscrições, o que leva à conversão de muitos usuários em visitantes e clientes regulares.   Maior eficácia As Web Push notifications chegam instantaneamente do seu site até aos consumidores ou visitantes da sua página. Como aparecem diretamente na tela dos usuários ao invés de entrar numa caixa de correio, a probabilidade de cliques nas notificações é maior. Para além disso, as Web Push Notifications são personalizadas para cada segmento de clientes, com base nos seus interesses. São ativadas conforme o comportamento do usuário na Internet. Pode, por exemplo, enviar uma notificação de carrinho abandonado alguns momentos após um usuário sair do seu site sem terminar uma compra.   Curtiu? Veja também quais são as tendências do Marketing para 2021.

Tendências do Marketing para 2021

A pandemia da Covid-19 atirou o mundo em uma espiral de incertezas. Nos últimos meses, tendências foram aceleradas, enquanto outras perderam sentido em meio ao isolamento social. Agora, as empresas passam pelo desafio de planejar o ano de 2021 com os impactos e perspectivas trazidos pela crise. Para ajudar nessa missão, a empresa Deloitte desenvolveu o estudo global “2021 Global Marketing Trends: Find your focus”. O estudo foi construído a partir de duas frentes de pesquisa. Uma com os consumidores, para entender as mudanças em seus hábitos de consumo, e a outra, com mais de 400 executivos ao redor do mundo a fim de entender suas estratégias e expectativas.   Entendendo a Pesquisa A pesquisa apontou que quatro entre cinco pessoas poderiam citar uma marca que respondeu positivamente à pandemia. Para um quinto dos pesquisados esse tipo de atitude aumentou sua confiança na marca. Ao mesmo tempo, mais de 25% dos consumidores que notaram uma empresa agindo a seu próprio favor durante o período deixaram de consumi-la. 63% acreditam que vão contar mais com as tecnologias digitais daqui para frente do que faziam antes. Por fim, 58% dos respondentes se lembravam de pelo menos uma marca que rapidamente direcionou seus negócios para melhor atender às necessidades dos consumidores. A partir de dados como esses, a Deloitte apontou sete tendências para o marketing em 2021. Para a multinacional de pesquisa, o propósito leva as companhias a um conhecimento profundo sobre por que elas existem, quem são e no que tem de melhor para entregar à comunidade, independentemente do produto que vendem. Segundo o levantamento, essas marcas estão sendo lembradas na pandemia. 79% dos respondentes indicaram uma empresa que respondeu de forma positiva para ajudar os consumidores, colaboradores ou comunidades.   Agilidade A agilidade foi e continuará sendo outra palavra de ordem. A pesquisa indica esse momento como o ideal para os profissionais de marketing investirem em ferramentas digitais relevantes e promover um road map organizacional que torne o marketing ágil uma realidade. De acordo com o estudo, além de perceberem as marcas que se adaptaram rapidamente às suas necessidades, 66% dos respondentes também concordam que a pandemia aumentou seu apreço por tecnologias bem desenvolvidas.   Experiência Humana Mais do que nunca, em 2021, as marcas precisam se ver como entidades humanas, que espelham e suportam os valores daqueles aos quais ela deve servir – seus consumidores. Apesar do avanço da digitalização, as experiências virtuais diminuem o retorno já que a tecnologia não pode compensar completamente as interações interpessoais. Nesse sentido, a experiência humana será importante no próximo ano.   Confiança Em tempos turbulentos, como os trazidos pela Covid-19, as marcas devem olhar menos para como as pessoas são e mais para o que elas valorizam. Outro ponto importante é garantir que as promessas feitas pela marca estejam em linha com a competência técnica de entregar o produto ofertado, afirma o estudo. O posicionamento durante a pandemia também será levado em conta nessa relação. Vale lembrar que um a cada quatro pesquisados deixaram de comprar de marcas que agiram em favor próprio nos últimos meses.   Participação Na pesquisa realizada com os executivos, 64% afirmaram ter mudado a maneira como suas organizações se engajam com os consumidores para melhor responder à pandemia. A pesquisa aponta que a relação com os usuários pode rapidamente se tornar uma via de mão dupla, onde os clientes participam das marcas como embaixadores, influenciadores, colaboradores e, principalmente, inovadores.   Fusão A pandemia deu um novo olhar para parcerias e colaboração entre as marcas. As organizações podem ajudar mais e melhor as pessoas a quem elas servem criando experiências inovadoras por meio de parcerias com a indústria, afirma o estudo.   Talento O ano de 2021 também deve trazer mudanças quanto à maneira como as lideranças de marketing são encaradas. A companhia de pesquisa acredita que, com as mudanças, o modelo de talentos deve evoluir para levar as cadeiras de marketing à posição de diferencial competitivo.  Na pesquisa, quando os executivos foram questionados sobre as áreas de funcionamento mais importantes de suas empresas nos últimos dois anos, marketing & vendas foi apontada como a segunda mais relevante, perdendo apenas para digital & tecnologia.   Veja também como funciona a Prática Full Commerce. Clique aqui.   Crédito: Site Meio e Mensagem

Prática Full Commerce – Saiba como funciona

Você já ouviu falar na prática Full Commerce? Essa prática visa terceirizar as operações de uma loja virtual, e isso inclui todos os processos, desde cadastro de produtos até a logística. Esse modelo tem ganhado força no mercado pela vantagem que oferece, uma vez que você não precisa se preocupar com a gestão de microprocessos do dia-a-dia. Desta forma, você pode se dedicar inteiramente ao sucesso do seu negócio. O varejo online vem movimentando a economia brasileira, principalmente nesse momento de Pandemia do COVID-19, no qual as lojas físicas estão fechadas. Entretanto, a falta de conhecimento referente à manutenção desse tipo de negócio faz com que  boa parte delas deixem de existir no primeiro ano de funcionamento. Nesse aspecto, a prática full commerce auxilia suas operações no meio virtual e aumenta suas chances de ser bem sucedido. Esse esquema já existe há alguns anos e é muito usado nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, a prática ganhou força no último ano.   Como funciona a prática Full Commerce As empresas que oferecem o serviço de Full Commerce, geralmente cobram apenas um valor percentual em cima das vendas da empresa. Como conclusão, há um esforço maior de todos os envolvidos no processo para aumentar as suas vendas. A implementação da prática full commerce garante que os custos sejam reduzidos e as vendas aumentem.   Quais partes do negócio podem ser terceirizadas? De maneira geral, as áreas da empresa que podem ser terceirizadas são: Planejamento; Implantação da loja; Operação; Estocamento de mercadorias; Meios de pagamento; Logística; Marketing; Atendimento ao cliente.   Vantagens da prática Full Commerce A prática Full Commerce necessita de bons investimentos em tecnologia para um melhor controle de todas as informações referente as vendas. Além disso, esse modelo de negócio oferece diversos benefícios para quem adota essa modalidade. Veja alguns deles abaixo.   Monitoramento de canais Com a terceirização dos canais de comunicação e atendimento, é possível fazer um acompanhamento mais preciso e oferecer um suporte maior ao cliente. Sendo assim, seu público se sente mais acolhido, o que gera um bom feedback para a sua empresa.   Facilidade na resolução de problemas No Full Commerce, cada área da empresa é dirigida por uma equipe específica, com isso a resolução de problemas, no geral, acaba acontecendo de maneira mais rápida. Essa otimização no tempo para solucionar as questões do dia a dia faz com que todas as etapas do processo de venda online aconteça mais rapidamente.   Aumento nas vendas O aumento das vendas com a prática Full Commerce acontece principalmente por conta da agilidade que citamos anteriormente. Com processos bem alinhados é possível oferecer mais do que o cliente está espera. Uma boa experiência de compra impulsiona novas vendas, gerando assim, o aumento desejado. Como conclusão, sua empresa se torna mais competitiva no mercado.   Fidelização dos clientes Seguindo o aumento das vendas, mais pessoas passam a comentar sobre sua loja e automaticamente é criada o que chamamos de “rede de ajuda”. Nesse cenário, os seus clientes passam a recomendar a sua marca de maneira que aguça a curiosidades de outras pessoas a vivenciarem essa experiência positiva de compra. Quando o cliente vive esse momento prazeroso, a fidelização da marca é uma consequência certa.   Full Commerce é tendência de mercado A tendência é que cada vez mais empresas sejam adotem a prática full commerce, pois esse método gera alcance de resultados que aumentam os lucros, assim como coloca a empresa à frente da concorrência. Entretanto, é importante frisar que sua aplicação necessita de comprometimento tanto do empreendedor do negócio online como da empresa terceirizada. Os dois devem trabalhar unidos para que toda a dinâmica funcione. As ambições do seu negócio e suas competências internas vão determinar o tipo de solução que deve ser buscada no mercado. Então, use a tecnologia ao seu favor e boas vendas!   Gostou desse texto? Veja também 10 de dicas para vender mais durante a crise do coronavírus.

10 dicas para vender mais na crise do Coronavírus

A pandemia do COVID-19 declarada pela Organização Mundial da Saúde – OMS provocou impactos importantes sobre os pequenos negócios, mas há opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços. Confira 10 sugestões de formas alternativas de vender mais na crise do Coronavírus.   1 – Planeje com seus funcionários formas alternativas de vender mais na crise Estabeleça linha direta com os seus funcionários, atualize-os sobre como será o funcionamento do seu negócio, horários, questões de segurança, a nova estratégia de atendimento. Os seus funcionários precisarão adotar novas formas de trabalhar, mas só poderão fazê-lo caso tenham informações claras e consistentes de você, dono do negócio.   2 – Comunique seus clientes Envie mensagem aos seus clientes, comunicando a sua nova estratégia, como irá atendê-los durante este período.   3 – Se aproxime de seus clientes Reveja o seu modelo de negócios, a sua forma de entregar produtos, agregue serviço, agregue valor. Exemplo: se você tem uma loja física, um pequeno varejo, inove, ofereça serviços aos seus clientes em casa. Você tem o contato do seu cliente? Envie mensagens ofertando serviços especiais como amostra e entrega em domicílio de produtos.   4 – Entregue em domicílio Você poderá utilizar serviços de motoboy para entrega dos seus produtos ou até mesmo mobilizar a sua equipe local para fazê-la – cada loja tem seu raio (área) de atuação. Verifique se é possível que a sua equipe faça a entrega do produto na casa do cliente. Essa é uma ótima forma de vender mais na crise.   5 – Divulgue no digital Reforce a divulgação dos seus produtos em seus canais online, faça ofertas especiais com entregas em domicílio pelas equipes de vendas locais ou serviço de entrega – motoboy.   6 – Garanta a segurança e conquiste a confiança dos clientes Se você tem um pequeno varejo de rua, envie mensagem ao seu cliente falando dos cuidados que você está tendo em seu negócio, uso de detergentes na limpeza várias vezes ao dia, funcionários atendendo com uso de máscaras, a possibilidade de disponibilizar máscara para o cliente, o cliente poder marcar hora para ter atendimento exclusivo, evitando muitas pessoas no mesmo horário. Se você tem um serviço, faça a entrega do serviço um a um tomando cuidado com as recomendações de higiene e prevenção. Exemplo: salão de beleza poderá ir até a casa do cliente. Ou a possibilidade do cliente marcar um horário exclusivo para ser atendido.   7 – Provoque a flexibilidade na atuação dos colaboradores Se você é empresário da área de alimentos, tem um restaurante, verificar a possibilidade da sua equipe de atendimento, exemplo garçom, passar a dar suporte a entregas em domicílio, pois as pessoas provavelmente irão optar por esta modalidade de serviço.   8 – Crie uma força tarefa no digital Se você é um varejista de roupas/acessórios e beleza, por exemplo, oriente seus funcionários a agirem como “consultores” da sua marca/empresa no ambiente online, eles se tornarão influenciadores da sua marca nos ambientes digitais (Facebook, Instagram, WhatsApp) , eles irão impulsionar suas vendas online e offline além de poderem até fazer a entrega, dependendo do raio de ação de cada negócio.   9 – Planeje a sua atuação para o fim da crise As previsões estão na linha de que os impactos da pandemia nos negócios não devem ultrapassar 4 meses. Use este tempo de pausa para rever seu negócio e planejar o futuro dele, em vez de reduzir o número de funcionários, incentive-os usar seu tempo para atualizar informações sobre os clientes, perfil, preferencias, sistemas internos, aprimorar habilidades e criar novos produtos e serviços para estarem melhor preparados para a eventual recuperação, pois o planejamento de recuperação precisa começar enquanto você ainda está reagindo à crise.   10. Inove rapidamente em torno de novas necessidades e hábitos de consumo Além de rever seu portfólio de produtos/serviços, as novas necessidades dos clientes criam oportunidades de inovação para os seus negócios. Não fique focado em ações defensivas para vender mais na crise. Aproveite este momento para inovar ousadamente em torno de oportunidades emergentes. Fique de olho nos sinais que o seu consumidor dará. Observe, algumas mudanças de comportamento e consumo provavelmente persistirão além da crise e muitos setores ressurgirão para novas realidades de mercado. É cedo para dizer com certeza quais novos hábitos surgirão e quais permanecerão no longo prazo, mas teremos aumento de consumo online de produtos e serviços alimentares, de vestuário, beleza e saúde, home office entre outros.   Reprodução: Sebrae.

Inovar é Preciso

Este novo conceito vem se consolidando em outros países e tem ajudado no fomento das vendas online e offline. O “click and collect” , é mais uma estratégia para facilitar a vida dos clientes e não perder vendas para os concorrentes por falta de opções de compras. Com o vertiginoso crescimento de clientes utilizando smartphone, a qualquer momento pode ser feito pesquisas de preços, comparando assim, o preço do mesmo produto diante da gôndola; nas lojas de e-commerce das concorrentes; e até mesmo comparando o preço da mercadoria no e-commerce da própria loja atrás de alguma promoção online. Este cenário desafiador, faz com que estratégias como o “click and collect” minimize esses desafios e crie novas formas de fidelizar o cliente. O que é Basicamente, este mecanismo funciona com o cliente fazendo suas compras online e buscando os produtos na loja física mais perto. Desta forma, os varejistas estão fazendo um interessante e correto movimento, que é, tratar suas lojas física e online não como filiais distintas, mas sim, como extensões uma da outras. Quando bem executada, o consumidor tem uma experiência diferenciada e ainda pode escolher mais alguma outra mercadoria na retirada do produto na loja física. Oportunidade Quem nunca foi trocar uma roupa em uma loja e acabou levando mais alguma coisinha? O varejista pode agregar na venda online, pois como o cliente irá a loja retirar o produto, ele terá a oportunidade de ofertar mais alguma coisa. Ganha o varejista que souber aproveitar, ganham os vendedores que estiverem antenados e bem treinados para receber esse consumidor. É óbvio que temos que pensar nisso estrategicamente e treinar muito bem a equipe que irá receber essas pessoas na loja. Quem Já Faz Nos Estados Unidos, Walmart, Macy’s, Best Buy, Sears dentre outras, estão avançando na execução desse conceito. Estão investindo em centros de devolução, locais de coleta de compras, pontos de pagamento e até mesmo drive-through para compras feitas na internet. Algumas aproveitam essa modalidade de compras para fazer promoções, onde a retirada de mercadorias só pode ser feita em lojas com estoque está alto, por exemplo. O Walmart permite que o cliente compre um produto online e faça o pagamento na loja quando for retirar o produto. Esta estratégia é tão acertada que segundo dados de pesquisa publicada no The New York Times, mais de 50% das compras no e-commerce do Walmart são do tipo click and collect. A Best Bay tem 40% das suas receitas em compras online vindas deste tipo de modalidade. No Brasil No Brasil a Rede de artigos esportivos Decathlon, com 19 lojas no País, tem utilizado o click and collect para impulsionar suas vendas. Atualmente 10% das vendas são on-line e, de cada cinco clientes que usam o click and collect, dois fazem alguma compra adicional quando vão buscar seus produtos na loja. O sistema está implementado em todas as lojas da rede no País e a varejista espera que, no longo prazo, 25% das compras sejam feitas por meio do sistema. O click and collect ajudou a reduzir o custo da operação, pois não pagamos frete ao usar a logística das lojas, aumentando nossa margem de vendas e permitindo que ofereçamos o melhor custo/benefício para os clientes, explica Nelson Peixoto, responsável pela operação da rede. Fica claro assim que, se você achava que o varejo virtual iria acabar com o varejo físico, se enganou. Agora, se você ficar parado e não usar a tecnologia a seu favor, aí sim o consumidor que vai te abandonar.

Marketplace, como funciona?

Os 2 maiores grupos vendedores (online) do Brasil, a B2W ( americanas.com + submarino.com.br + shoptime.com.br + soubarato.com.br) e a CNOVA (casasbahia.com.br + pontofrio.com.br + cdiscount.com.br + barateiro.com + extra.com.br), detém cerca de 50% de todas as vendas no mercado digital. Se pensarmos que além desses sites, existem outros de porte como: Mercadolivre, Wallmart e Netshoes, operando também como MARKETPLACES, chegaremos a conclusão que o sucesso no mundo virtual passa obrigatoriamente por este tipo de canal de vendas. Em um post anterior, falamos sobre as vantagens de utilizar os MARKETPLACES para incrementar suas vendas no mundo digital. Agora, falaremos de como entrar neste mundo. Para iniciar o processo de vendas em Marketplaces, é preciso cumprir uma série de passos, simples porém trabalhosos e nem sempre fáceis de se alcançar por um usuário leigo no assunto. Abaixo, os principais passos: 1 – Cadastrar sua empresa nos Marketplaces Você deve entrar em todos os marketplaces que deseja vender seus produtos para cadastrar sua empresa. Todos esses cadastros são automatizados, sem contato telefônico. Isso muitas vezes pode causar insegurança, já que nem sempre recebemos um retorno de confirmação do cadastro no tempo desejado. A insistência deve prevalecer. 2 – Aguardar o retorno do Marketplace O tempo de espera (pode chegar a 45 dias) é o que há de mais desgastante neste processo. Embora a plataforma para o cadastro seja 100% digital, o acompanhamento do processo de credenciamento, deixa dúvidas quanto ao que fazer. Sugerimos manter a calma, pois se o seu produto for do interesse deles, certamente devem retornar. 3 – Escolher uma plataforma de integração Ao decidir, vender em um MARKETPLACE, você deve tomar a decisão de se relacionar diretamente com cada um deles ou escolher por uma plataforma de integração que permita a sincronização e administração com vários MARKETPLACES de uma única vez. Se você pretende vender seus produtos em várias lojas, escolher uma plataforma de integração é o mais indicado. Este cenário, porém, envolve custos adicionais, (normalmente uma comissão de até 1,5% sobre cada pedido efetivado para os integradores). 4 – Integrar ou não sua loja virtual com o(s) MARKETPLACE(S) Se você já tem um site de comércio eletrônico e decidiu utilizar uma plataforma de integração para vender em um MARKETPLACE, é recomendado que está integração contemple também sua loja virtual. Desta forma, em um só local você poderá fazer toda a gestão do negócio, evitando retrabalho com as operações de venda. 5- Custos para vender em Marketplaces Para vender em um MARKETPLACE, você deverá pagar uma taxa de intermediação para o mesmo. Está taxa varia entre 13% a 18% (na CNOVA, B2W, MERCADO LIVRE). No segmento de moda, existem MARKETPLACE como a KANUI ou DAFITI que cobram até 30%. Nestes valores todos os custos estão inclusos, inclusive as taxas de cartão, segurança antifraude e a promoção dos seus produtos. Como podemos ver, existem muitas oportunidades e algumas dificuldades para vender em MARKETPLACES. O sucesso nas vendas só será possível com um planejamento correto. Caso queira vender seus produtos em Marketplaces, conte com a SCE, pois estamos preparados para apoiá-lo em todas as implementações necessárias para este negócio.

Como promover meu site usando o Google

Google Adwords ou Busca Orgânica? Alguns anos atrás acreditava-se que para vender na WEB bastava simplesmente criar e publicar uma Loja Virtual. Nos dias de hoje, já é sabido que o sucesso de um negócio na grande rede tem desafios e necessidade de investimentos semelhantes aos de uma loja física. Neste artigo, iremos abordar uma das ferramentas mais conhecidas e eficientes para se conquistar a desejada audiência, que é o GOOGLE. No mundo real, para avaliar o potencial de um ponto de venda, verificamos qual é o fluxo de “passantes” na frente ou próximo dele. Desta forma, um imóvel situado num local com grande fluxo de “passantes” será mais valioso, do que outro localizado em uma rua secundária, onde o fluxo é muito menor. Seguindo o mesmo raciocínio, um ponto dentro de um shopping ou centro comercial poderá ser mais valioso que um ponto de rua, já que em um shopping ou no centro comercial este passante está mais propenso a comprar. Tanto quanto no mundo real, na WEB, precisamos ter “passantes” (audiência) em nossa loja virtual para converter em vendas. Para se alcançar este objetivo, existe uma infinidade de ferramentas digitais para promover um SITE, dentre eles podemos citar: Google Adwords, Facebook Ads, SEO, Campanhas emailmarketing, remarketing, marketing de conteúdo, colocação de banners em Portais etc. Para os mais velhos, o GOOGLE representa hoje o que representou as Páginas Amarelas há anos atrás. Não ser “achado” nas buscas do GOOGLE diminui muito a chance de você conquistar um novo cliente ou uma nova venda. Para se ter uma ideia, mais de 80% da população mundial utiliza buscadores para resolver suas dúvidas e pesquisa. Desse percentual, mais de 90% utiliza o GOOGLE como ferramenta de pesquisa. Hoje em dia o termo de busca é tão forte, que “forçou” a criação de um novo verbo, googlar (ou “guglar”), também conhecido como googar (ou “gugar”) ( ambos inspirados no inglês to google) que é um neologismo que significa executar uma pesquisa na Internet pelo motor de busca Google. Exite duas formas de aparecer no GOOGLE, a primeira delas é de forma ORGÂNICA (busca orgânica). e a segunda através do GOOGLE ADWORDS (link patrocinado). BUSCA ORGÂNICA Busca orgânica refere-se de uma maneira geral aos resultados naturais, ou seja, “não pagos”. Sim você entendeu muito bem GRÁTIS, mas calma que mesmo o que parece de graça tem custo. Nesta busca você pode aparecer nas primeiras páginas, caso o Google classifique seu site como muito relevante frente aos termos digitados por quem esta procurando por algo. O GOOGLE analisa o conteúdo de uma página de seu site para um determinado “termo de pesquisa” (palavra chave). Caso ele ache que sua página descreve bem um determinado assunto ou produto, ele colocará seu site no topo de seu ranking para aquele termo. Segundo estudos, 73% dos usuários preferem clicar num resultado de busca orgânica do que em links patrocinados, porque acreditam que a busca natural é mais confiável. Além disso, segundo o IBOPE, 36% das pessoas acreditam que a empresa no primeiro lugar do Google na busca orgânica é a empresa líder daquele segmento. Há dados que demonstram que 85% das compras em e-commerce foram influenciadas, direta ou indiretamente, pelo Google. Pensar na melhor forma de descrever as páginas ou produtos de um site, detalhando seu conteúdo, é tarefa de um profissional de SEO que visa sua otimização frente aos algorítimos dos mecanismos de busca. Vale ressaltar que devido a complexidade deste trabalho, seu resultado começa a aparecer no médio e longo prazo. GOOGLE ADWORDS (link patrocinado) Em linhas gerais o GOOGLE ADWORDS é um leilão de palavras. Você oferece um valor que está disposto a pagar para palavras ou sentenças que remetem ao seu negócio ou produto. Depois de criar seu anúncio o algorítimo do GOOGLE faz o ranking para apresenta-lo levando em consideração o valor proposto por você. Toda vez que alguém escrever um determinado termo que você se prontificou a pagar, ele irá analisar quem deve aparecer em primeiro, segundo e demais lugares na tela de pesquisa. Se você entender que, 80% das pessoas que fazem este tipo de pesquisa, encontra o resultado desejado já na primeira página, você consegue entender o quanto é primordial você estar nas primeiras posições. O algorítimo que avalia os termos concorrentes, leva em consideração uma série de parâmetros para tomar a decisão de quem deve aparecer primeiro numa determinada busca. Dentre esses parâmetros, é avaliado, por exemplo, de onde (localidade) está sendo feita a pesquisa. Desta forma, ele pode oferecer opções próximas do usuário, aumentando a chance dele clicar para comprar. É bom lembrar que o GOOGLE somente cobrará o valor combinado, no momento em que o usuário clicar no anúncio. Sendo assim, ele escolherá te oferecer as opções em que você mais terá chance de “clicar”, dai o termo que talvez já tenha ouvido falar, o CPC (custo por clique). Em outras palavras o GOOGLE se remunera toda vez que leva uma pessoa ao seu site devido a uma determinada pesquisa. Em linhas gerais, este é o cenário para aparecer no GOOGLE, em ambos os casos a qualidade da palavra, sentença de palavras e descrições serão determinantes para o resultado final. Sendo assim, desde a concepção do seu site faça uma planejamento adequado no cadastramento de DEPARTAMENTO E PRODUTOS pois terão fundamental importância no resultado das buscas.

Conteudo é Tudo

Ser diferente em um mercado tão competitivo, invariavelmente é uma tarefa árdua e complicada. Investir em um bom conteúdo para seu site pode ajudar a diferenciá-lo da concorrência além de criar autoridade junto ao seus clientes em potencial. A escolha de conteúdos de um site deve visar o engajamento com o seu público. A criação de conteúdo de alta qualidade pode fidelizar clientes e fazer com que você se diferencie da concorrência. Muitas vezes, a conversão em vendas dependerá da sua reputação e autoridade conquistadas ao longo do tempo. Sendo assim um planejamento minucioso será necessário. Um bom conteúdo irá gerar uma série de vantagens que podem determinar o sucesso de seu site. Dentre estas vantagens podemos citar: MELHORA O SEU “SEO” Com o mundo digital uma série de novos termos foram criados para designar tarefas importantes na busca pelo sucesso. Dentre esses termos temos o SEO (Search Engine Optimization), que nada mais é do que um conjunto de técnicas para posicionar melhor seu site junto aos buscadores. Este trabalho deve ser feito com palavras-chaves que remetam ao seu negócio. Sendo assim, a aplicação adequada dessas técnicas durante a criação de seu conteúdo, ajudarão no melhor ranqueamento de seu site. AUMENTA O NÚMERO DE VISITANTES Um conteúdo de qualidade é um fator importante para se alcançar um bom posicionamento do site em buscadores como o Google. Afinal, o ineditismo e autoridade construídos a partir deste conteúdo, aumenta o número de visitantes em seu site uma vez que os buscadores ranqueiam os sites a partir de uma avaliação da qualidade do conteúdo frente as palavras-chaves. Esta busca orgânica faz o seu público ir atrás da sua empresa — e não o contrário. Um bom posicionamento orgânico aumenta o tráfego do seu site e, consequentemente, maiores são as chances de um cliente encontrar na sua empresa a solução para os problemas dele. GERA AUTORIDADE Um website que possui um bom conteúdo para determinadas palavras-chaves, demonstra domínio sobre o assunto abordado. Com isso passa a criar autoridade e relevância frente ao seu público alvo. Quanto maior for o domínio apresentado, maiores serão as chances de conquistar leitores que terão confiança na sua marca. Por conseguinte, quando eles tiverem um problema relacionado ao tema abordado por você, certamente procurarão quem poderá resolvê-lo e, se você já demonstrou conhecimento, é você quem eles buscarão. FIDELIZA O LEITOR A frequência das postagens é fundamental para alcançar o benefício destacado nesse tópico. Quanto mais regular for a sua produção, mais o leitor criará vínculos com seu site, pois saberá que periodicamente assuntos interessantes e soluções serão apresentadas para ele. Dessa forma, ele acompanhará suas postagens para ter acesso aos próximos materiais, ou seja, ele se tornará um consumidor fiel. TRABALHA A ORIGINALIDADE É importante lembrar que os usuários da internet precisam de uma razão para continuar visitando sua página. De uma forma geral as pessoas não tem mais tempo para gastar em vão. Por isso, procuram sites que possam de alguma forma ajudá-los na busca de soluções dos seus problemas. A internet está cheia de conteúdos iguais sobre os mesmos temas, então, variar e ser original pode ser seu diferencial na conquista de audiência. Fica claro assim que um conteúdo de qualidade trará ao seu site autoridade e relevância, aumentando a chance de um bom ranqueamento dele nos sites de busca. Um bom ranqueamento por sua vez, aumentará as chances de um maior número de acessos orgânicos, que poderão se traduzir em vendas. Conclusão: invista em conteúdo de qualidade para promover seu site. Quer saber mais sobre as estratégias envolvendo conteúdos? Baixe gratuitamente nosso E-book sobre Inbound Marketing, clicando aqui.

O varejo do futuro

Sendo um dos setores mais dinâmicos e importantes da economia brasileira, é inexorável a capacidade do comércio e do varejo de se reinventar. Mesmo em um momento de fragilidade no poder de compra dos consumidores, há uma busca por criar ou renovar modelos já presentes, acompanhando o ritmo de crescimento, de modo a atrair novos interessados. Para ter uma ideia da importância do comércio e do varejo no País, o IBGE divulgou recentemente a sua Pesquisa Anual do Comércio. O levantamento mostrou como o setor avançou nos últimos anos. Em 2014, o comércio brasileiro movimentou R$ 3 trilhões, o que representa mais de 50% de tudo o que gira na economia brasileira. O dado relevante mostra a participação do varejo. Em 2007, a parcela varejista dentro do comércio era de 39,8%. Em 2014, esse percentual passou para 43,4%. O aumento foi significativo. Como o varejo e seus players podem interpretar esse crescimento e como trabalhar melhor para entender esses novos consumidores? Esse foi um dos muitos questionamentos levantados em um evento recente com protagonistas do ecossistema varejista no País. O Latam Retail Show, realizado no final do mês de agosto em São Paulo, propôs dissecar esse novo momento do varejo no País, seja ele eletrônico ou tradicional. Assim como o número de consumidores aumentou, houve também um significativo avanço tecnológico. Uma palavra passou a caracterizar o comportamento desse público: mobile. E como consequência, as estratégias dos varejistas passaram a ser definidas a partir desse dispositivo móvel. A conclusão, portanto, é que não há mais distinção entre o online e o offline. O consumidor é um só, e ele já é omnichannel. O desafio agora é como entender o comportamento desse novo consumidor e se aproximar dele. Muito tem se falado sobre o mobile como elo da experiência do usuário com o varejo, no que diz respeito a atendimento personalizado, experiências sensoriais e comodidade. A Loja do Futuro, apresentada no Latam Retail Show, deu uma leve amostra do que está por vir. A chamada Experiência 5.0 é olhar para o futuro do varejo. Porém, não podemos nos esquecer do momento atual. O consumidor exige ser entendido e não perde tempo. Hoje, ferramentas de analytics ajudam o varejista a entender os momentos do consumidor dentro e no entorno de sua loja, e assim como essas informações são base para as decisões no varejo eletrônico, o mercado off-line também percebeu que o uso dessas informações é fundamental para seu negócio. E nesse momento de crise, quando muito se fala sobre como aumentar a taxa de conversão e diminuir os custos operacionais, o uso de métricas no varejo tradicional se torna essencial. Contagem de visitantes, taxa de atratividade, fluxo de vitrines, tempo de visitação, tempo de permanência e frequência com que o cliente volta a loja e, principalmente, taxa de conversão. Não precisa olhar para o futuro para saber essas informações. Elas já estão no presente. Com dados qualificados é possível direcionar melhor as ações de marketing. Em momentos de desaceleração da economia e, consequentemente, da intenção de compra do consumidor, otimizar a gestão se torna mais do que necessário. O varejista precisa conhecer o consumidor do presente antes de olhar para o futuro Fonte: http://bit.ly/2feglx0

A Importância dos emails de clientes

O Guiness Book é conhecido mundialmente por ser o livro dos recordes, dos mais sérios aos mais bizarros. Há alguns anos um vendedor de carros americano foi considerado pelo Guiness o maior vendedor de carros do mundo, pois em apenas um ano ele vendeu 600 carros. Joe Girard, mais conhecido como Tio Joe tinha uma forma de encarar o momento da venda. Dizia ele: “A venda não acaba quando o cliente compra, ela está apenas começando…” Joe, como gosta de ser chamado, mantinha um forte relacionamento com seus clientes. Após cada venda ele fazia um rápido registro de seus clientes com informações básicas e iniciava o seu pós-venda através do envio de correspondências simples, ex: No aniversário de seu cliente: “Caro John, feliz aniversário que você seja muito feliz! Um abraço Tio Joe”. No aniversário do filho do John: “Olá pequeno John Jr., parabéns e muitas felicidades, tenho certeza que quando crescer você será como seu pai, um homem de muito sucesso! Um abraço Tio Joe”. No Natal: “Amigo John, desejo a você e toda sua família um ótimo Natal com muito amor e que Deus ilumine a todos! Tio Joe”. No dia das mães: ”Prezada Sra. Mary (mãe de John), parabéns a senhora nesta data tão especial, que Deus lhe saúde e muitos anos de vida para poder acompanhar de perto o sucesso de seus filhos e netos, atenciosamente Tio Joe”. Agora eu lhe pergunto… Quando o John for trocar o carro, ele irá procurar quem? Quando o filho dele for comprar o primeiro carro, após ter recebido cartas de feliz aniversário durante anos seguidos, ele irá procurar quem? Quando o pai dele for trocar de carro irá procurar quem? Quando um amigo de John comentar que está pensando em trocar de carro quem ele indicará? Provavelmente você deve ter respondido Tio Joe às perguntas acima e notado o poder desse tipo de atitude, que gera uma reação em cadeia. Esta forma de pensar e de agir de Tio Joe, valoriza o relacionamento interpessoal. Atualmente são enviados mais de 150 Bilhões de e-mails diariamente pelo mundo. Sendo assim, se aproveitamos o momento da venda, para conseguir o e-mail do cliente, certamente teremos um poder nas mãos para utilizá-lo no processo continuo de comunicação com os seus clientes. Uma base qualificada de e-mails, permitirá que sejam feitas ações similares as que “Tio Joe” fez com seus clientes. Você poderá se utilizar desta base para informar diversos assuntos mesmo que não estejam diretamente ligados a venda de um produto ou serviço específico. Com ações deste tipo, certamente você aumentará o nível de relacionamento com seus clientes o que possibilitará maiores oportunidades futuras de negócios. Lembre de pegar o e-mail de seu cliente, e utilizá-lo de forma adequada ele é fundamental para que você possa fazer um pós-venda de qualidade.