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Pirâmide de Chet Holmes: Entenda a relação com o Inbound Marketing

Cada vez torna-se mais importante que as empresas estejam atentas as novidades do mercado para captação de novos clientes. No campo digital, as empresas estão buscando sempre produzir conteúdos para atrair os clientes até o site de maneira orgânica, por meio do conhecido Inbound Marketing. Para montar essa estratégia, usa-se o funil de vendas para traçar estratégias de acordo com cada etapa em que o consumidor se encontra. Observe a figura abaixo. Tentando destrinchar cada etapa desse funil de maneira mais clara, Chet Holmes, um produtor cinematográfico que aparentemente nada tem a ver com marketing, desenvolveu o conceito de The Stadium Pitch no qual ele sugere que as empresas façam a seguinte analogia sobre suas técnicas de vendas: Imagine que sua empresa esteja no meio de um estádio repleto de pessoas e seus produtos/serviços estejam sendo vendidos da maneira em que são vendidos atualmente. Para determinar a atitude das pessoas presentes em relação ao seu produto, Holmes designou uma pirâmide (conhecida como pirâmide de Chet Holmes) que classifica cada uma dessas pessoas de acordo com o seu interesse de compra. O resultado obtido (em porcentagem) fica da seguinte forma: 3% das pessoas comprariam o seu produto naquele momento; 6-7% estariam abertos a ouvir sobre seu produto/serviço; 30% não pensariam em ouvir sobre o assunto; 30% achariam que não estão interessados; 30% teriam certeza de que não estão interessados. Esse número pode causar certo espanto para muitas empresas, devido ao baixíssimo número de pessoas que realmente pensam em comprar um determinado produto ou serviço. Porém, isso nos ajuda a compreender melhor como pensa cada perfil de consumidor, de acordo com o seu momento. O que a Pirâmide de Chet Holmes tem em comum com o Inbound Marketing? Se você virar a pirâmide de Chet Holmes de cabeça para baixo, perceberá que ela tem o formato parecido ao funil de vendas utilizado no Inbound Marketing. Sendo assim, podemos fazer uma relação de cada fase do funil com o comportamento dos consumidores, segundo sua classificação na pirâmide. Essa correlação contribui para deixar o fluxo de nutrição de cada empresa mais assertivo, dando ao prospect exatamente o conteúdo que ele precisa para chegar ao momento de compra. Redefinindo as estratégias de Marketing Ao observar minuciosamente a pirâmide de Chet Holmes, percebemos que 97% das pessoas não possuem a intenção de comprar o seu produto. Em outras palavras, isso significa que 97% dos seus investimentos estão sendo desperdiçados. Para evitar essa perda de tempo e dinheiro é preciso realizar um estudo para entender quem realmente são os seus consumidores e onde eles estão. No mínimo, 80% dos seus esforços devem ser concentrados nas mídias ou conteúdos que realmente são de interesse do seu público. Agindo desta forma, sua empresa economiza gastos e ainda obterá resultados melhores. Entretanto, saber que apenas 3% do público está interessados no que você oferece não significa de forma alguma que sua empresa não deva se comunicar com outros 97%. Essas pessoas podem não estar interessadas agora, mas nada impede de que venham estar em algum momento. Sendo assim, quando chegar a hora, o nome da sua empresa deve ser o primeiro a surgir na mente deles. Para conseguir isso é necessário que a empresa esteja apta a orientar todos os visitantes a tomar uma decisão inteligente, que neste caso é fazer negócios com você. Uma das melhores formas de fazer isso é despertá-los para possíveis problemas que possam ter e oferecer-lhes a solução que precisam. Como despertar o interesse do público? O maior erro das empresas é tentar “empurrar” o produto/serviço para o cliente. Essa prática só tende a afastar o consumidor, por ser algo invasivo. Ao apresentar o seu portfólio para alguém que nunca cogitou compra-lo é preciso ter muita cautela para não assustá-lo. Nesse contexto, o Inbound Marketing faz total diferença para conseguir chamar a atenção desse lead de maneira discreta. A criação de conteúdos direcionados e anúncios que vão além do simples “compre agora”, podem contribuir para mudar o momento de compra do consumidor. Existem 4 fases do Inbound Marketing que ajudam as empresas a se espelharem dentro da pirâmide de Chet Holmes. Veja quais são abaixo. Atrair Nessa primeira etapa, a empresa precisa trazer o cliente até ela de forma voluntária. Técnicas de SEO, criação de conteúdo para blog e redes sociais são alguns dos gatilhos que darão o “start” nessa primeira fase. Converter Após colocar o seu público aonde você quer é preciso saber mais informações sobre eles, como nome, e-mail e telefone, por exemplo. Isso transformará o seus visitantes em Leads. Para conseguir essas informações, a empresa precisa disponibilizar ferramentas como formulários, Call to action ou Landing Pages que ofereçam algo em troca dessas informações, podendo ser um material rico ou um desconto. A partir desses dados obtidos, a organização deve estabelecer contatos periódicos com os leads, com informações pertinentes que os façam caminhar dentro do funil de vendas. É importante acompanhar o desenvolvimento de cada um para saber se de fato há um interesse de compra ou não. Fechar Depois de todo o trabalho de nutrição do lead, chegou a hora de transformá-lo em cliente. Para isso é necessário estabelecer um contato mais próximo com ele, seja por meio de uma ligação, e-mail ou visita. Nessa fase, todos os conteúdos devem ser direcionados em caráter pessoal, ou seja, em comunicação “um para um”. Mantenha sempre uma comunicação clara e objetiva para que em nenhum momento o cliente venha se sentir enganado ou confuso sobre o que realmente está adquirindo. Encantar/ Fidelizar Pode-se dizer que essa última fase é a mais importante de todo o fluxo, apesar de muitas vezes ser negligenciada. Conquistar um cliente não é uma tarefa simples, mas mantê-lo é ainda mais complexo, pois é da satisfação do cliente que depende a sua fidelização. Manter contato com os clientes após as vendas deve ser uma prática constante, além de ser necessário se manter sempre disponível para esclarecer qualquer questão. Quando uma empresa surpreende um cliente com seu bom atendimento, ele naturalmente se tornará um “vendedor” voluntário da marca. Todos sabemos que não há nada que convença mais um consumidor

Comércio Eletrônico – Dicas para vender bem de Janeiro a Janeiro

Quem busca investir em comércio eletrônico precisa estar ciente de que é necessário muito planejamento para fazer com que o negócio seja bem sucedido. Com a queda nas vendas das lojas físicas, muitas empresas estão migrando para o cenário virtual, o que consequentemente, aumenta o número de concorrentes. Em meio a tantos desafios, muitas empresas podem encontrar dificuldade para vender em determinadas épocas do ano, seja pela sazonalidade ou pelo seu campo de atuação. Para vencer esses obstáculos que causam grande prejuízo financeiro é importante  aplicar algumas estratégias que possam reverter essa situação. Sendo assim, separamos algumas dicas para quem trabalha com comércio eletrônico vender bem de Janeiro a Janeiro.   Desenvolva um site atrativo A visão é o sentido humano que mais causa impacto na percepção das pessoas. Deste modo, explorar o visual no seu site de comércio eletrônico é essencial para chamar atenção do público. É importante frisar que quando falamos em “Chamar atenção”, não significa construir um site colorido ou cheio de efeitos. Nesse sentido, o seu site precisa ter as características que o seu público procura. Para exemplificar, imagine um site ligado ao setor tecnológico para empresas com ícones de coloridos e infantilizados, e cheio de ilustrações nas páginas. Provavelmente esse site não passaria a credibilidade necessária, pois não se adéqua ao perfil do público para quem foi criado. Para criar um site atrativo é necessário levar em consideração pontos como: Características do público-alvo; Estrutura; Usabilidade; Funcionalidade A criação de um site responsivo ou com uma versão mobile também é essencial para quem está entrando no ramo de comércio eletrônico. Com a mudança de comportamento dos consumidores, o aumento de compras via celular aumentou em torno de 50%. De qualquer modo, o ideal é realizar uma pesquisa de mercado antes de montar o seu comércio eletrônico para entender melhor como outras empresas do seu setor estão atuando e procurar encontrar um ponto de diferenciação para o seu negócio.   Sobreviva a sazonalidade Algumas empresas atuam com nichos de mercado, o que acaba reduzindo drasticamente o seu alcance. Além disso, alguns produtos só geram vendas em determinadas épocas do ano, como roupas de praia, por exemplo. Quem trabalha com produtos sazonais precisa ter estratégias diferentes para conseguir manter o seu negócio de pé durante todo o ano. O primeiro passo para driblar a sazonalidade é saber explorar as datas comemorativas. Esses momentos do ano são os que as vendas mais crescem, sendo assim é preciso aumentar a divulgação nessa época. Utilize também estratégias de marketing para alcançar o público em diversas plataformas, como por exemplo, nas redes sociais. Outra estratégia que pode ajudar a vender mais em épocas de sazonalidade negativa são as promoções. Quem trabalha com estoque sabe o quanto é complicado deixar um produto parado por muito tempo. Nesses casos, abaixar os preços dos produtos ou oferecer algum outro benefício, como um brinde, por exemplo, pode ajudar a combater os prejuízos da sazonalidade. Algo que nunca pode ser deixado de lado é a comunicação com o cliente em todas as épocas do ano. Envie e-mails, faça postagens nas redes sociais e envie informativos para a residência dos seus clientes.   Participe do sistema Marketplace Ter um site de comércio eletrônico sempre terá a sua importância, mas as suas vendas on-line não precisam se limitar a ele. Hoje com a ajuda do Marketplace, as empresas conseguem divulgar seus produtos em outros sites. Essa ação aumenta a visibilidade dos artigos vendidos, além de reduzir custos. Sites como Mercado livre e Americanas.com disponibilizam esse tipo de estratégias para que outras empresas vendam os seus produtos. Essa ação abre para as empresas muitas oportunidades de venda, o que consequentemente contribuirá para o crescimento do negócio.   Facilite as formas de pagamento e entrega Apesar de ser algo essencial, muitas empresas não dão a devida atenção aos métodos de pagamento que estão disponíveis para os clientes. Apresentar um ambiente seguro para o consumidor é fundamental para efetivar a venda de fato. Segundo pesquisa realizada pela PaymentOne e Javelin Strategy & Research (Why Consumers Don’t Pay: Opportunities for Digital Commerce), 79% dos consumidores comprariam mais nas lojas online se fossem disponibilizadas opções de pagamento mais seguras. Neste caso, coloque em seu site selos de verificação de segurança, além de especificar claramente todas as formas de pagamento disponíveis. Não podemos deixar de ressaltar também que no comércio eletrônico, surpreender na entrega dos produtos é uma ótima estratégia para fidelizar clientes. É importante oferecer sempre mais de um método de entrega das encomendas. Além disso, é de total dever da empresa entregar os produtos dentro do prazo estabelecido. A entrega fora do prazo causa má reputação e penaliza o vendedor de maneira significativa.   Faça a analise dos resultados No comércio eletrônico a analise dos resultados é peça chave para fazer com que as ações deem certo. Nem sempre as táticas utilizadas surtem o resultado esperado e por essa razão só com a ajuda da analise será possível observar o que deu certo e o que não. A empresa também deve verificar quais são os produtos mais e menos vendidos no site e designar estratégias diferentes para cada um deles. Essa verificação deve ser realizada mensalmente, pois pode haver variações.     Gostou dessas dicas? Compartilhe com seus contatos.

Psicologia do consumo: Como aplicar ao seu e-commerce

Toda empresa procura entender melhor a mente do consumidor para melhor traçar as suas estratégias. Sabendo disso, a empresa consegue ser mais assertiva em agradar ao cliente e consequentemente, fazê-lo comprar mais. Para alcançar esse feito é necessário utilizar alguns artifícios para melhor compreender o pensamento e atitudes do público-alvo. Para isso, a psicologia do consumo ajuda a esclarecer diversas incógnitas que colaboram para que os e-commerces consigam a cativar mais pessoas e consequentemente, vender mais. Portanto, confira nesse artigo algumas estratégias envolvendo a psicologia do consumo que podem contribuir para o desenvolvimento das suas vendas online.   Mas afinal, o que é psicologia do consumo? A psicologia, visando compreender um pouco melhor o que leva um cliente a comprar ou usar determinado produto ou serviço, designou um estudo específico para essa área. A psicologia do consumo é um campo que estuda a mente humana no que tange a sua decisão de compra, envolvendo não só o campo psicológico, mas também sociológico, econômico e antropológico. As Empresas que buscam entender esse comportamento do consumidor, bem como as suas preferências, saem na frente da concorrência. Os e-commerces que trabalham com cliente final (B2C) precisam focar nas necessidades básicas e desejos dos consumidores. Como conclusão desse entendimento da mente do consumidor, todas as ações serão pautadas nos gostos do seu público, o que consequentemente aumentará a sua competitividade e vendas.   Técnicas no ponto de venda X E-commerce As estratégias no ponto de venda e no e-commerce, apesar de terem algumas semelhanças, apresentam características distintas. O ponto de venda tem a grande vantagem do cliente poder experimentar o produto antes de compra-lo, além da de poder leva-lo para casa no ato da compra. Os vendedores, na maioria dos casos, têm influencia direta na decisão de compra do cliente, pois com uma boa conversa pode influencia-lo a comprar determinado produto. Em contrapartida, as vendas online já não permitem essa interação entre vendedor e cliente. Por essa e outras razões é necessário que a estratégia nesse caso seja ainda mais convincente. Para conseguir isso, algumas técnicas são indispensáveis para atrair o cliente e deixa-lo seguro da decisão que está prestes a tomar. Alguns fatores que influenciam o cliente a comprar em determinada loja online são: Bom Preço; Descrição clara sobre as características, benefícios e modo de uso do produto; Fotos nítidas; Fácil finalização da compra. Entretanto, não existe uma fórmula mágica para fazer o cliente comprar na sua loja e não na concorrência. Desse modo, é preciso estar ciente de que esses fatores podem vir a influenciar ou não.   Gatilhos mentais para e-commerce Nosso cérebro recebe a cada instante uma série de estímulos que nos fazem tomar determinadas atitudes. Sendo assim, no campo comercial, a estrutura do site e o diferencial dos produtos disponíveis na loja online precisam incitar os consumidores a adquirir os produtos da loja. Existem alguns gatilhos mentais, também conhecidos como mecanismos cognitivos, dentro da psicologia de consumo que podem contribuir a favor dos negócios online. Veja os 6 principais abaixo.   1- Urgência A correria do dia a dia tem tornado as pessoas cada vez mais imediatistas. Com tanta informação disponível, a necessidade de ter o que se deseja na mesma hora tem se tornado uma sensação constante. Como não poderia deixar de ser, as empresas utilizam esse senso de urgência para captar novas vendas. Momentos específicos como Black Friday, Natal e outras datas comemorativas tendem a ativar o gatinho da urgência, o que gera um maior número de vendas para o e-commerce.   2- Escassez Com certeza você já ouviu falar no ditado “Quando perder, vai dar valor”. Ele se aplica perfeitamente no campo comercial. Quando as lojas colocam alertas como “últimas unidades” ou “vagas limitadas” o gatilho mental de escassez está sendo ativado. No e-commerce, essa estratégia pode contribuir  positivamente para que os consumidores comprem rapidamente o produto em questão, por medo de perderem a oportunidade.   3- Reciprocidade Pode parecer estranho, mas a reciprocidade também é um gatilho que pode ser aplicado no âmbito comercial. Quando a sua loja online oferece algo a mais ao público, consequentemente eles se sentem mais atraídos a comprar na sua loja. Por exemplo, oferecer um brinde ao cliente que comprar determinado item da loja virtual é uma forma de reciprocidade. A reciprocidade sem dúvida alguma é um dos gatilhos mais importantes, porque dessa “gentileza ao cliente” é que depende a fidelidade do mesmo.   4- Autoridade Casa vez mais o gatilho de autoridade tem sido trabalhado pelas as empresas, por ser uma forma de passar confiança para o consumidor. Essa autoridade pode ser demonstrada através de conteúdos no site sobre assuntos dentro do universo do portfólio que a empresa oferece como também, convidar algum especialista sobre o assunto para fazer a divulgação da marca ou produto.   5- Antecipação A ansiedade está presente na rotina de milhares de pessoas e isso se reflete nos modos de consumo da sociedade. Por essa razão, muitas lojas aplicam o gatilho de antecipação para envolver os clientes. Um bom exemplo disso é quando uma loja está prestes a lançar uma nova coleção e faz a pré-venda no site. Os consumidores tendem adquirir aquele produto mesmo antes de ser lançado para não correr o risco de não conseguir comprá-lo depois.   6- Prova Social Este gatilho da psicologia do consumo faz total diferença para que um cliente compre em uma determinada loja virtual ou não. A Prova Social se refere às avaliações e experiência que outros clientes tiveram com a sua marca ou loja. Pesquisas recentes apontaram que a decisão de compra do consumidor está diretamente relacionada aos depoimentos e comentários que observam na web. Quanto maior o número de críticas positivas a respeito da loja, maior será o índice de vendas.   Conclusão Utilizando sabiamente esses gatilhos da psicologia do consumo, o e-commerce tende a crescer em torno de 20% ao mês. É claro que precisamos lembrá-los de que isso não é uma regra. Todo o trabalho online requer um tempo para começar

Marketing de Diferenciação – Use e destaque-se no mercado

O sonho de qualquer empresário é construir um negócio sólido e estável, que consiga alcançar bons números. Seja vendendo produtos ou prestando serviços, a empresa precisa estar atenta as estratégias disponíveis para fazer o empreendimento crescer. Para conseguir esse feito, destacar-se e diferenciar-se da concorrência é imprescindível. Nesse aspecto, o Marketing de diferenciação tem exatamente essa proposta. Esse é um conceito que surgiu para colaborar no destaque individual da empresa na mente do consumidor. Em outras palavras, trata-se de um conjunto de estratégias desenvolvidas para difundir uma marca/empresa para posicioná-la como única no mercado.   Explicando o conceito Segundo a empresa Rock Content, o Marketing de Diferenciação é definido como uma soma de técnicas de divulgação que torna uma marca ou empresa singular, devido as suas diferenças perante a concorrência. Um dos grandes benefícios desse modelo do marketing é proporcionar vantagens competitivas para a empresa. Se você está pensando que o marketing de diferenciação tem a ver apenas com relação ao preço dos produtos/serviços está muito enganado.  Essa estratégia engloba principalmente a percepção que o cliente tem em relação ao negócio. Ou seja, não adianta ter um ótimo preço, se você não transmitir credibilidade ao cliente.   Aplicação da estratégia Assim como em outras estratégias, o Marketing de Diferenciação exige algumas ações de quem deseja conquistar o público-alvo de vez.  Abaixo listamos as principais.   Segmente seu público Realizar a segmentação do público é uma tarefa indispensável para qualquer negócio. Algumas empresas podem atender mais de um tipo público. Quando isso acontece é necessário criar uma comunicação específica para cada um desses segmentos. Para quem está iniciando um novo negócio e não sabe por onde começar, é importante segmentar o público com o qual você vai trabalhar. Como exemplo de segmentação, você pode dividi-los e classifica-los por: Gênero; Faixa etária; Geolocalização; Poder aquisitivo;   Esses são apenas alguns dos itens que servem de parâmetro para segmentação de clientes, sendo totalmente adaptável para cada tipo de negócio. É importante ressaltar que existe uma grande diferença em fazer uma segmentação e criar uma persona para o seu negócio (Saiba mais sobre criação de persona clicando aqui). A segmentação do público dentro do Marketing de Diferenciação irá contribuir para alcançar cada grupo de cliente de maneira singular. Como conclusão, o cliente passa a se sentir especial e valorizado pela a empresa, o que gera satisfação.     Defina seu posicionamento Com a definição das segmentações com qual a empresa pretende trabalhar, chegou a hora de fazer o posicionamento.  O posicionamento está relacionado com a maneira que a empresa almeja ser vista no mercado. O objetivo das marcas com relação ao posicionamento é se tornar uma referência em determinado setor. Entenda que ser referência não significa necessariamente ser o melhor, mas sim ser reconhecida e respeitada pelo público. Outro ponto que é importante frisar é que posicionamento é diferente de imagem. Imagem se refere à maneira como o seu cliente te vê, enquanto o posicionamento é como você quer ser visto pelo cliente. Sendo assim, para definir uma boa estratégia de Marketing de Diferenciação é preciso investir no que a sua empresa tem de melhor e explorar isso ao máximo.     Como usar o Marketing de Diferenciação para aumentar as vendas Toda estratégia de marketing tem uma finalidade e todas elas levam a um ponto comum: Aumento nas vendas. Para gerar esse aumento com a técnica de Marketing de Diferenciação, listamos abaixo alguns passos necessários para alcançar esse objetivo.   Agregue valor ao seu produto ou serviço Muitos acreditam que o preço é o fator principal para influenciar a tomada de decisão do consumidor, o que é um equívoco. O valor agregado a determinado produto ou serviço está muito mais ligado à experiência do consumidor do que ao preço acessível. O Valor agregado se conecta ao Marketing de Diferenciação, pois se trata exatamente de oferecer algo a mais ao cliente.  Por exemplo, ter um site rápido, com usabilidade fácil, com design moderno e com produtos exclusivos é agregar valor ao serviço. Afinal, cada ponto de identificação que o público cria com a sua marca/empresa, fará com que você seja esteja em primeiro lugar na mente dele (Top of mind).   Não tenha medo de Inovar A inovação é um dos pilares do Marketing de Diferenciação. A cada ano que passa a tecnologia permite as empresas tenham cada vez mais possibilidades para atrair novos clientes. Porém, muitas delas pecam na hora de pensar em algo novo para captar o público. O desejo de oferecer algo singular tem que estar na rotina de quem quer impressionar de maneira positiva o público. Para isso, não há espaço para ter medo de inovar. Pensar fora da caixa e fazer algo totalmente diferente do que a concorrência oferece deve ser prioridade para quem quer se destacar e vender mais.   Comunicação personalizada com o público Umas das ações que tem crescido muito entre as empresas é a melhoria nos canais de comunicação. Como hoje em dia o cliente tem voz ativa através das redes sociais, as empresas precisam estar atentas ao que está sendo dito sobre ela. Como consequência disso, o atendimento ao cliente tem se tornado cada vez mais eficiente. Passar para o cliente a sensação de que ele é único e indispensável para o seu negócio é uma estratégia que gera resultados positivos. Por tanto, preste um serviço completo ao seu cliente, desde o momento de captação até o pós-venda. Essa relação de parceria entre cliente e empresa é que fará sua com que o seu nome esteja em vantagens em relação à concorrência, além de atrair mais clientes, aumentando assim as vendas.   Cresça e apareça Para sua empresa se tornar especial na mente do consumidor, ela precisa ser vista. Sendo assim, estar participativo no ambiente físico e virtual é essencial para qualquer estratégia de Marketing de Diferenciação. Ter um site atrativo, produzir bons conteúdos e estar atuante nas redes sociais é apenas alguns dos passos que a empresa precisa seguir para alcançar bons resultados por meio dessa estratégia.

Você sabe o que é Flywheel Marketing?

Nós já falamos muitas vezes aqui no blog sobre Inbound Marketing, uma metodologia baseada na jornada do consumidor através do funil de vendas. Conceitos do Marketing sempre sofrem atualizações e nos últimos anos essas mudanças têm sido cada vez mais frequentes. Em 2018, vimos diversos episódios que mostraram que o cliente precisa estar no centro de qualquer negócio. Com a necessidade de existir mais ações de Marketing voltadas para a experiência do cliente, um novo conceito está se consolidando: O Flywheel Marketing.   Afinal, o que é Flywheel Marketing? O conceito de Flywheel Marketing já é utilizado em outros países desde 2017, mas só agora está ganhando força por aqui. Para facilitar a compreensão, imagine uma roda de carro que no começo precisa de maior esforço para começar a rodar, mas que depois de um tempo pega impulso e consegue se movimentar com maior facilidade, sem demandar muita energia. Observando essa analogia é possível visualizar com mais clareza como funciona o Flywhell Marketing. Ao iniciar um projeto é necessário muito empenho e dedicação na execução das ações.  Como conclusão, após elas ganharem forma e força, outras ações são postas em prática até que todas passam a funcionar de maneira equilibrada. Para ilustrar, veja a imagem abaixo: Ao contrário do conceito de funil de vendas que visa levar o cliente ao momento de compra (Cliente no final do processo), o Flywheel Marketing tem por finalidade a satisfação do cliente (cliente no centro do processo), pois esse é o segredo de um negócio de sucesso.   Porque colocar o cliente no centro do processo? Clientes felizes e satisfeitos se tornam verdadeiros defensores da marca/ou empresa. Em uma época onde tudo acaba sendo visto e compartilhado nas redes sociais, ter pessoas que testemunhem a favor da sua empresa é essencial. Por essa e outras razões, as empresas têm percebido a importância de agregar valor em suas ações para que o cliente se sinta especial. Segundo JD Sherman, presidente das operações HubSpot, as pessoas estão cada vez mais desconfiadas com relação aos processos de venda e marketing e por isso, o funil de vendas tradicional tem se tornado pouco eficiente. Para colocar o cliente no centro é preciso dar voz a ele. Em outras palavras, o cliente precisa ser ouvido pelas empresas, seja para elogiar ou para criticar. Além disso, a empresa deve dar o feedback ao cliente em tempo hábil para criar um relacionamento linear. Empresas como Uber, Apple, Nubank e Ifood já são adeptos dessa prática, coletando constantemente a avaliação de seus clientes para melhorar o serviço prestado. Em recém pesquisa realizada, aponta que até 2020, 86% das empresas já terão aplicado a técnica Flywheel Marketing em seu negócio.   Flywheel Marketing X Funil de Vendas    A função do funil de venda desde o princípio foi transformar usuários em leads, qualificá-los e levá-los até o momento de compra, ou seja, criar negócios. Em contrapartida, o Flywheel Marketing não visa apenas gerar negócios, mas sim em criar relacionamentos. Afinal, a afinidade do cliente com a empresa é que fará o negócio se tornar mais forte e bem-sucedido.   Como colocar em prática o Flywheel Marketing? Antes de começar a por em prática o Flywheel Marketing, você precisa estar ciente de 3 coisas importantes: Esteja disposto a investir mais tempo no seu negócio (Os resultados são alcançados a longo prazo); Deixe a preguiça de lado (Conquistar a atenção e respeito do cliente requer muito esforço e empenho); Invista no seu diferencial (Toda empresa oferece algo que a concorrência não tem. Explore isso!) Um processo de venda baseado no relacionamento é totalmente diferente do modo tradicional. Ao invés de pedir que o cliente faça algo, como por exemplo,  “compre isso” ou “abra aquilo”, você deve ajudá-lo nas necessidades dele. Em outras palavras, sua empresa deve perguntar “O que eu posso fazer por você?”. O consumidor atual busca informações sobre produtos e serviços não apenas nos sites e redes sociais das marcas. Hoje, preferencialmente, eles buscam opinião de outros consumidores em sites de avaliações e buscadores. Essa mudança no comportamento aconteceu, porque o cliente criou a necessidade de conhecer a experiência que outros clientes já tiveram com a marca ou empresa. Para começar o trabalho de Flywheel Markting é necessário seguir os seguintes passos: Trabalhar o posicionamento no Google – Como a maioria das pessoas já sabem, é necessário estar bem posicionado nos mecanismos de busca para ter uma boa quantidade de visualizações. A otimização do seu site (SEO) é uma das primeiras coisas que você precisa fazer para que o cliente chegue até você.   Ofereça conteúdos de qualidade – As estratégias de Inbound Marketing já estão consolidadas e a maioria das empresas já utilizam a produção de conteúdo como forma de atrair Leads para o site. Entretanto, muitos conteúdos produzidos são irrelevantes e não conseguem criar engajamento. Neste caso, dedique mais tempo na criação das pautas e só publique conteúdos que realmente tenham algo de novo a ser apresentado aos seus visitantes. Lembre-se sempre que menos é mais.   Coloque o SAC para funcionar – Nunca foi tão necessário possuir um serviço de apoio ao cliente como agora. Se sua empresa não presta serviço ao cliente durante ou pós-compra, você está cometendo um grave erro.  Além disso, é preciso ter agilidade, cortesia e clareza nas respostas transmitidas ao seu público. É exatamente nesse momento que começa a ser construído um bom relacionamento com clientes e/ou potenciais clientes.   Incentivos e programas de fidelidade – Muitas empresas já são adeptas a um bom tempo da prática de incentivos para fidelizar o cliente. Programas de fidelidade colaboram para que as pessoas se sintam privilegiadas de alguma maneira por fazerem negócios com a sua empresa, e isso é muito importante. Se a sua empresa ainda não investe nesse tipo de programa, talvez seja a hora de começar a pensar em estratégias nesse sentido para manter os seus clientes conectados a você. Afinal, manter clientes é muito mais módico do que conquistar novos.   Gostaram de conhecer esse novo conceito? Compartilhe essa

Produção de conteúdo: A chave para o sucesso em 2019

Esse ano com certeza vai ficar marcado como o ano das fakenews. Muitos conteúdos sem fundamentos foram divulgados e à proporção que isso toma é algo realmente assustador.  Nesse aspecto, é muito importante realizar a produção de conteúdos confiáveis e que realmente tenham relevância para o público. A produção de conteúdo cada vez tem ganhado mais força como estratégia de marketing. Entretanto, para ter sucesso com essa ferramenta é necessário que os conteúdos sejam muito bem elaborados e que apresente novos dados, diferentes dos sites concorrentes e principalmente que sejam dados verídicos. Nesse artigo, apresentaremos algumas dicas para que você produza conteúdos de sucesso para o seu blog/site e garanta maior engajamento em 2019.   O que é conteúdo original? Entende-se por conteúdos originais materiais que nunca foram publicados anteriormente. Um conteúdo original aumenta a sua credibilidade, pois mostra ao seu público que você possui autoridade sobre aquele assunto e que  possui informações importantes para compartilhar. Além disso, é sempre bom ressaltar que o conteúdo original é essencial para obter um bom posicionamento nos mecanismos de busca. O Google, por exemplo, penaliza sites que possuem conteúdos duplicados de outros sites. Isso além de prejudicar o seu desempenho, acaba denegrindo sua imagem perante os clientes.   Como produzir conteúdo relevante? Para produzir conteúdos de qualidade é necessário seguir um cronograma. Isso nada mais é do que criar um passo a passo para realizar as tarefas básicas para que o conteúdo seja elaborado da melhor forma possível. Listamos abaixo os passos mais importantes na produção de conteúdo.   Defina as personas Para quem não sabe, personas são personagens fictícios que representam o seu “cliente ideal”, com todas as suas principais características e necessidades. A criação da persona é essencial para criar conteúdos personalizados para o seu potencial cliente. Além disso, com esse personagem identificado, ficará muito mais fácil de classificar os temas que atraem esse tipo de público e assim, obter sucesso com as suas publicações.   Planejamento de pautas Pode parecer algo óbvio, mas muitas pessoas não dão o devido valor ao planejamento das pautas.  Esse passo é essencial para que o conteúdo tenha um bom resultado final. O planejamento de conteúdo passa por três pilares basicamente. São eles: Brainstorm; Seleção de ideias; Pesquisa de assuntos. Ao realizar esses três passos, você terá uma verdadeira bússola para a produção de conteúdos de qualidade.   Definição de palavras-chave Após definir o tema, chega o momento de definir as palavras-chave que vão compor o seu conteúdo relevante. Essas keywords irão colaborar para que os usuários encontrem o seu conteúdo com mais facilidade nos mecanismos de busca. É importante frisar que as palavras-chave já muito utilizadas em outros sites, não são uma boa opção. Caso você tenha dificuldade em encontrar as palavras certas para o seu conteúdo, uma busca rápida no Google Correlate vai te ajudar muito.  O Google Correlate é uma ferramenta muito útil para quem deseja gerar uma grande lista de keywords.   Utilize fontes confiáveis Para criar um conteúdo realmente relevante é preciso consultar fontes confiáveis. A apresentação de dados é algo muito delicado e precisa vir de fontes seguras. Caso contrário, sua empresa pode perder credibilidade. Busque sempre sites que sejam referência no assunto ou livros que abordem o tema que você deseja tratar. Ao escrever os textos, tome cuidado para não replicar textos, acabar plagiando trechos e ser penalizado.   Faça a revisão Tão importante quando produzir um bom conteúdo é revisa-lo depois de pronto. Essa prática é que vai fazer a diferença para corrigir pequenos erros e para deixar o conteúdo mais enxuto. O ideal é sempre solicitar que a pessoa que revisará, não seja a mesma que escreveu o conteúdo. Isso é uma forma de testar o conteúdo e saber se o mesmo está adequado, sem vícios de linguagem e coerente do início ao fim.   Principais canais de divulgação Blog Redes Sociais E-mail Site Entretanto, para usar esses canais da forma correta é necessário criar conteúdos de qualidade e adequados para cada um desses canais.   Ferramentas de produção de conteúdo Existem diferentes ferramentas de produção de conteúdo para o ramo digital. Abaixo listamos os principais e as suas características. Artigos – Essa ferramenta é indicada para criar fluxo de visitantes para o site ou blog da empresa. Para produzir artigos é necessário ter conhecimento sobre determinado assunto. Dessa forma, sua empresa consegue se tornar referência sobre o tema e sendo assim, agrega valor a sua marca.   Áudios – A disponibilização de conteúdos via áudio é uma estratégia quem vem crescendo nos últimos meses.  Esse tipo de ferramenta facilita muito a vida das pessoas que tem a rotina corrida e não acham tempo para ler artigos longos. Segundo recente pesquisa, 80% das pessoas não conseguem ler tudo o que gostariam na internet. Esse dado nos revela que é muito importante buscar novas técnica para alcançar todo o tipo de público.   Vídeo – O conteúdo em vídeo já é um a estratégia muito utilizada por boa parte das empresas e que sempre dá muito certo. A imagem exerce muito poder sobre a mente humana, pois nos ajuda a fixar melhor os conteúdos.   E-books e Infográficos – Essas duas ferramentas de produção de conteúdo são muito utilizadas como material rico e servem como isca para atrair novos leads. Os e-books são caracterizados por possuírem um conteúdo mais denso, com maior número de informações. Já o infográfico, tem um apelo maior com a questão visual, oferecendo conhecimento simplório, como uma espécie de “passo a passo”.   Imagens – Imagens são ferramentas muito atrativas que têm a capacidade de impactar o público tanto positivamente, quanto negativamente. Essa estratégia é muito utilizada nas redes sociais, pois costumam gerar maior engajamento dos usuários.   Conclusão Independente dos canais ou ferramentas de conteúdo que você escolha, esteja ciente de que para o conteúdo fazer sucesso, o mais importante é que o mesmo tenha informações realmente significativas para o seu leitor. Aqui na SCE, nós produzimos conteúdos de qualidade para nossos

As tendências do marketing para 2019

O ano está chegando ao fim e as tendências do marketing para 2019 já estão sendo comentadas e aguardadas por várias empresas. O ano de 2018 foi um ano de superação para a maioria das empresas, principalmente no quesito financeiro. Como consequência, muitas estratégias de marketing tiveram que ser colocadas em prática para tentar manter o crescimento sustentável dos negócios. Nesse período, muitas apostas do marketing se consolidaram no mercado, como a divulgação de conteúdos via áudio, por exemplo. Para quem deseja que 2019 seja um ano positivo para o desenvolvimento dos negócios, é preciso começar a entender e colocar em prática as principais estratégias do marketing para próximo ano. Por essa razão, separamos nesse artigo as 5 maiores tendências do marketing para 2019.     Integração das mídias sociais com outros serviços As mídias sociais cada vez ganham mais força e adeptos e atualmente, possuem um grande poder de influência na vida das pessoas. Na questão empresarial, as mídias sociais têm contribuído fortemente para criar vínculos entre consumidor e empresa. Como tendências do marketing para 2019, as empresas devem investir mais na integração entre redes sociais e outros serviços.  Como exemplo disso, hoje você já consegue preencher dados de um questionário utilizando os dados de sua conta no Google ou do Facebook. Isso tende a se aprimorar no próximo ano e aumentar o nível de integração entre as plataformas digitais, otimizando assim, o tempo de navegação do usuário.     Busca por voz Os consumidores tem o tempo cada vez mais corrido e como consequência, as buscas por voz tem aumentado consideravelmente. De acordo com a empresa ComScore, até 2020 pelo menos metade de todas as buscas feitas na internet serão executadas via comandos de voz. Entretanto, esse aspecto não é algo novo. Em 2013 O Google teve uma atualização no seu mecanismo de busca apelidada “Hummingbird”, cuja principal vantagem foi à possibilidade de decodificar melhor as consultas por voz. A partir daí, além de considerar o significado da palavra-chave, o buscador passou a interpretar a intenção e contexto por trás de cada pesquisa para listar os resultados convenientes. Em outras palavras, o significado do conteúdo e a sua importância, de acordo com os interesses do usuário, passaram a ser mais valorizados pelo Google. Ainda assim, essa mudança tende a impactar drasticamente a forma de fazer SEO, sendo necessário que as empresas sejam cada vez mais específicas em sua comunicação. Os conteúdos precisaram cada vez ter mais qualidade e responder diretamente a dúvida dos usuários.     Anúncios engajados É visível que os anúncios no modelo antigo já não conseguem converter como antes. Desde 2015, essa forma de divulgação tradicional vem decaindo consideravelmente e essa queda só tende a aumentar no próximo ano. De acordo com estudos realizados, 30% de todos os usuários de internet devem usar bloqueadores de anúncios até o final de 2018, o que significa que os anúncios tradicionais agora não chegam nem a 30% dos possíveis membros do público-alvo. Para fazer a divulgação dos produtos e serviços nos novos padrões é necessário oferecer algo que realmente tenha relevância para o consumidor. Quando falamos em relevância, significa investir em chamadas que toquem valores pessoais do seu target. Nesse contexto, o marketing de conteúdo tende a ganhar cada vez mais espaço nas estratégias de marketing. O marketing de conteúdo baseia-se em oferecer conteúdos relevantes para o público-alvo em troca de dados como nome e e-mail. Conteúdos em blog, por exemplo, são ótimos locais para colocar anúncios sutis, com chamadas interessantes que despertem o interesse do público.     Realidade virtual e aumentada Essa tecnologia cresceu muito neste último ano e vem como uma das fortes tendências do marketing para 2019. A ideia é usar a tecnologia para criar experiências inesquecíveis para os seus consumidores. Um recente sucesso nesse aspecto foi o aplicativo “Pokémon Go”, no qual os jogadores capturam Pokémon virtuais ao visualizá-los na tela do smartphone, por meio da câmera. Nesse jogo, o Pokémon é posicionado estrategicamente em pontos do mapa utilizando o recurso de geolocalização. Acredita-se que em pouco tempo, utilizando a realidade virtual e aumentada, o cliente conseguirá experimentar uma roupa virtualmente de forma simples. Sendo assim, esse tipo de tecnologia, contribuirá muito para melhorar a experiência do usuário em lojas virtuais.     Chatbot Boa parte das empresas já colocaram aplicativos de bate papo como forma de comunicação com o consumidor. Entretanto é preciso dedicar uma pessoa específica para prestar assistência ao público, já que essa tarefa demanda muito tempo. Para automatizar esse tipo de serviço, aplicativos de chat automático como o Chatbot tem ganhado muita força. Para que não sabe, o Chatbot é um programa de computador que simula uma conversa por meio de um chat. Sendo totalmente automatizado, esse aplicativo realiza tarefas repetitivas, como tirar dúvidas, na forma de diálogo entre o usuário e a máquina. Além da conversa online, esse programa pode ser configurado para fazer ligação ou uma pesquisa de dados, por exemplo.  Esse e outros programas fazem parte do que conhecemos com AI (Inteligência artificial), uma tecnologia que utiliza algoritmos para captar informações. Entre as vantagens de adotar esse tipo de tecnologia para a sua empresa estão: Disponibilidade de comunicação e atendimento aos clientes em tempo integral; Automatização dos processos burocráticos; Forma automática de captar novos leads. Embora a automação possa abranger tarefas básicas, é importante fazer o possível para dar um toque pessoal ou oferecer ajuda direta quando possível. A interação entre pessoas nunca será substituída completamente, pois essa é a forma mais eficaz de atrair e convencer pessoas.   Conclusão Independentemente das estratégias que você planeja colocar em prática em 2019, lembre-se que a inovação é a chave para conseguir um bom destaque no mercado competitivo. Apostar na criatividade para trazer o consumidor para perto pode ser a peça que falta para o seu negócio deslanchar e conseguir bons resultados no próximo ano. Comece o trabalho já.   Gostou de conhecer as tendências do marketing para 2019? Compartilhe com outras pessoas.

Descubra como aumentar a taxa de conversão em e-commerce

taxa de conversão em e-commerce O desafio de transformar visitas na loja on-line em vendas é realmente muito grande.  Diminuir a taxa de rejeição e abandono de carrinho é o desejo de todos os que trabalham com comércio eletrônico. Segundo pesquisa realizada pela empresa Experian Hitwise, a taxa de conversão média brasileira em e-commerce fica entorno de 1,65%. Essa taxa baixíssima está associada a uma série de fatores que impedem que o consumidor chegue ao momento exato de compra. Nesse artigo, vamos apresentar alguns dados relevantes para quem deseja aumentar a taxa de conversão em e-commerce e ampliar seu mercado de vendas online.   Entendendo o que é Taxa de conversão A Taxa de conversão em e-commerce é o fator decisivo para definir se o negócio está dando certo ou se irá naufragar.  Em recente análise das taxas de conversão em e-commerce no mundo todo, o reino unido apresentou o maior êxito nesse sentido, tendo uma taxa média 3.31%. Enquanto isso, muitas empresas nem sequer sabem realizar o cálculo correto da taxa de conversão.  Para calcular essa taxa de conversão é necessário realizar o seguinte calculo:   TAXA DE CONVERSÃO = [(NÚMERO DE VENDAS) ÷ (TOTAL DE VISITAS)] × 100   A SBVC apresentou em um de seus artigos as 10 empresas que possuem as mais altas taxa de conversão em e-commerce. Entre as 10 lojas virtuais com maior índice de conversão estão: Schwan’s (Companhia de comida congelada); Woman Within (Loja de moda plus size); com (Varejista de vestuário); com (Farmácia pet); com (Loja de suplementos vitamínicos); QVC (Loja de Departamento); ProFlowes (Floricultura Online); Office Depot (Serviços e soluções para local de trabalho); Oriental Trading Company (Loja de departamento, especializada em festa); Roaman’s (Loja de moda plus size).   O que elas têm em comum? Ao averiguar a condição dessas empresas, notamos algumas semelhanças entre elas. Por exemplo, todas já possuem um nome consolidado no mercado, o que aumenta a sua credibilidade perante o cliente. A maioria já atua a um bom tempo no mercado e mesmo que não possuam uma loja física de referência, já conquistaram o seu espaço na mente dos consumidores. Além do nome de peso, também nota-se que a maioria dessas empresas trabalha com nichos de mercado, isso é, atuam em segmentos muito específicos. Essa é uma estratégia que deve ser muito bem planejada, já que a quantidade de consumidores é limitada. Entretanto, quando o empreendimento conquista o target, o sucesso é garantido, pois a concorrência nesses casos é baixa.   Planejamento de estratégia para aumentar conversões em e-commerce Apesar das empresas bem sucedidas em número de conversão ter características semelhantes, não existe receita de bolo para o sucesso no quesito conversão. Apesar de ninguém possuir uma forma mágica, é possível descobrir pontos importantes que farão a diferença para que o  consumidor decida-se por comprar em sua loja virtual. Veja alguns dos fatores relevantes abaixo.   Conheça seu público Um dos fatores que ajudam a alcançar uma boa taxa de conversão em e-commerce é conhecer profundamente o seus visitantes. A análise desse grupo de pessoas é facilmente identificada através de ferramentas como Google Analitcs, por exemplo. É extremamente importante compreender a origem do tráfego do seu site, bem como o tempo de permanência nele e as páginas mais acessadas. A partir dessa verificação, você poderá definir quais tipos de conteúdo mais atraem o seu público e como você pode leva-lo ao ato de compra.   Linguagem personalizada Conseguir se comunicar no modelo “um para um” com o seu público é algo que poucas empresas sabem fazer. Desenvolver um relacionamento de parceria com o cliente faz total diferença para aumentar o índice de conversão em e-commerce. Para manter essa comunicação, nada melhor do que o envio de e-mail marketing e Newsletters personalizadas para cada de cliente.  Entretanto é preciso desenvolver uma boa estratégia para que as suas campanhas de e-mail tenham sucesso.  Segundo dados, apenas 25% dos clientes abrem os e-mails e apenas 2% se convertem em vendas. Desenvolver fluxos de e-mail para todos os segmentos de cliente será fundamental para atrair o consumidor e lavá-lo a uma conversão. Além disso, por meio desse meio de comunicação o seu cliente fica a par de todas as novidades oferecidas pela a sua empresa.   Design intuitivo Uma parte muito importante na composição do site e que muitas vezes é negligenciada pelas empresas é a questão do design intuitivo. As pessoas têm cada vez menos tempo disponível e isso se reflete nas suas compras online.  Neste caso, o site precisa oferecer uma estrutura intuitiva e atraente, porque isso facilita o processo de compra do consumidor.  Sendo assim, quanto menos etapas a pessoa precisar percorrer para finalizar a compra, melhor. O site precisa possuir botões grandes para chamar a atenção do cliente, além de inserir pop ups estratégicos para conversões.   Opção Wishlist A famosa lista de desejos é um item que não pode faltar para as empresas que querem aumentar as taxas de conversão em e-commerce. A maioria dos clientes pesquisam os produtos antes de compra-los. Quando a opção wishlist está disponível, o cliente consegue armazenar os produtos que deseja adquirir futuramente. Com os mecanismos de busca do Google, geralmente os produtos procurados pelos clientes costumam aparecer em anúncios de outros sites, aumentando assim a chance do cliente retornar ao seu site e finalizar a compra.   Participação nas redes sociais Não dá pra negar que as redes sociais vieram para ficar e as empresas que não estão presente nessas plataformas, vão ficar para trás. Várias transações já acontecem via rede social, pois se trata de um canal altamente interativo. Em uma página da empresa, por exemplo, os clientes podem tirar dúvidas e fazer perguntas em tempo real. Muitas pessoas pensam que rede social e e-commerce são caminhos divergentes, o que é um equívoco. Tais plataformas estão completamente ligadas, pois divulgando os seus produtos via rede social, você pode apresenta-los de maneira muito mais sutil e menos invasiva, além de linká-los  ao o e-commerce, onde o cliente poderá efetuar a  compra.   Avaliação dos

Mídia paga: sua empresa está perdendo tempo (e dinheiro) em não investir

Duas coisas que uma empresa não pode perder de forma alguma: tempo e dinheiro. Por isso, muitos empreendedores buscam formas de otimizar seus lucros e fortalecer sua marca no mercado em que atuam. Sem dúvida, a principal estratégia que vai ao encontro desses objetivos é a publicidade, e esse tem sido o caminho traçado por muitas empresas. Segundo dados da IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil, no último ano, os investimentos em mídia paga online cresceram 26% no país. Mas qual o motivo desse aumento e por que sua empresa ficará para trás se não iniciar essa estratégia? É sobre isso que vamos falar neste post. Acompanhe! O que é mídia paga online? Há muitas décadas, a mídia é o principal canal de divulgação de produtos e serviços. E os meios mais populares e tradicionais que nos vêm à mente são jornais, revistas, rádio e TV. No entanto, com a expansão e popularização da internet, existe um público cada vez maior consumindo conteúdos online, seja em blogs, em redes sociais ou em plataformas de streaming de vídeo, como o YouTube. Então, se o seu público está lá, você também precisa marcar presença nesse ambiente. O modo mais rápido e direto de fazer isso é por meio da mídia paga. Existem diversas maneiras de fazer publicidade paga na web, desde anúncios em redes sociais, como o Facebook, até em propagandas inseridas em vídeos no YouTube. Apesar de esse tipo de mídia ser paga, isso não deve ser encarado como uma despesa, mas sim como um investimento. Afinal, com essa estratégia, a empresa ganha maior visibilidade, fortalece sua marca e atrai um público qualificado que se converterá em mais lucros para o negócio. Vamos nos aprofundar mais nas vantagens dessas ações em relação aos modelos tradicionais de divulgação. Quais as vantagens da mídia paga para o seu negócio? As empresas que não estão investindo em mídia paga digital sem dúvida estão ficando para trás. O crescimento do meio online é absurdamente evidente. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2015 divulgado pelo IBGE, 57,5% da população brasileira navega na internet — são mais de 100 milhões de brasileiros! E a ideia de que o meio digital é para jovens também caiu por terra. Segundo o mesmo estudo, os brasileiros maiores de 40 anos de idade são a maioria na rede mundial de computadores. Esses dados mostram o potencial de alcance que a mídia paga online pode ter. Então, considere algumas vantagens em fazer esse investimento: Os internautas são compradores em potencial A pesquisa Consumidor Digital 2017 revelou que 93% dos internautas brasileiros já realizaram compras online. Realmente, a web se tornou uma plataforma perfeita para pesquisar produtos, opinar sobre eles e adquiri-los com toda a comodidade. Com as novas ferramentas de segurança cada vez mais avançadas, o e-commerce conquistou uma credibilidade maior do consumidor. Dá maior visibilidade ao negócio Por mais que a sua empresa utilize mídia orgânica, seu público talvez não chegue a consumir nem 20% do que você produz. Assim, se o negócio depende exclusivamente dessa estratégia, correrá o risco de perder sua influência e alcance com o tempo. Por outro lado, a mídia paga permite que a empresa vá além daqueles que já conhecem o seu negócio e tem o potencial muito maior de alcançar uma audiência ainda mais ampla. Aumenta o tráfego dos seus canais online A mídia paga por meio de anúncios e banners, por exemplo, trabalha com links clicáveis, dando uma oportunidade fácil e rápida de o usuário acessar seu site, conhecer sua empresa, seus produtos e serviços e, assim, fechar um negócio. Lembre-se também de que, quanto maior é o tráfego no seu site, melhor será o seu posicionamento nos motores de busca. Assim, essa é também uma estratégia de SEO. Possui valores flexíveis Quando se fala em investimento, muitos empreendedores logo torcem o nariz. No entanto, a mídia paga possui planos bem flexíveis, com valores que vão variar conforme suas necessidades e estratégias. O Google Adwords, por exemplo, tem planos diários e mensais — e você só paga pelos cliques. Assim, a empresa não precisa fazer um investimento oneroso logo de início, tornando a iniciativa bem acessível mesmo para empresas de pequeno e médio portes. Facilita a segmentação do público Segmentar o público é uma das ações de marketing mais importantes, porque ajuda sua empresa a ser mais eficiente em suas estratégias, sem precisar dar um tiro no escuro, por assim dizer. Em um tipo de mídia tradicional, como um outdoor, o anúncio é exibido para todo tipo de pessoas, fazendo elas parte do seu público-alvo ou não. A mídia paga online, por outro lado, permite que você direcione sua publicidade conforme o perfil ou ação do seu público. A segmentação pode ser por localização geográfica, idade, sexo, tipo de pesquisa realizada, palavra-chave utilizada etc. Assim, quanto mais direcionado é seu anúncio, maior será a possibilidade de o usuário se tornar um comprador — simples assim! Fornece ferramentas para a mensuração de resultados As plataformas de anúncios online contêm dashboards que informam quantas pessoas clicaram em seus anúncios, quantas dessas colocaram seus produtos no carrinho de compras e quais efetivamente compraram. Esses relatórios gerenciais contribuem para que você aprimore suas estratégias e, assim, melhore ainda mais seus resultados. Agora que você já está por dentro das vantagens da mídia paga online, saiba quais são as principais plataformas para você começar agora mesmo! Quais as mídias pagas mais comuns? Seus anúncios podem ser exibidos em diversas plataformas, como redes sociais, buscadores, players de streaming de vídeo, entre outros. As principais são: Google AdWords Não tem quando você faz uma pesquisa no Google e alguns links ficam em destaque logo no início da lista? Ou quando você acessa um blog e há um banner com um anúncio na lateral ou em algum outro local da página? Esses anúncios são criados e controlados por meio do Google AdWords. É a plataforma de anúncios número um do mercado atualmente. O anúncio pode ter diversos formatos

Como fazer um planejamento de marketing para o seu negócio

O planejamento de marketing é um instrumento estratégico indispensável para analisar o mercado e identificar nele oportunidades, fraquezas e ameaças que possam direcionar as tomadas de decisão. Como resultado dessa análise, metas, objetivos e ações podem ser definidos a fim de fortalecer a marca e aproximar a empresa do seu público, atendendo às necessidades e aos desejos dos clientes. Você sabe como fazer um planejamento de marketing eficiente, que de fato traga bons resultados? É sobre que isso que falaremos no post de hoje. Confira! A importância de fazer um planejamento de marketing Ao manter um plano bem definido, o time de marketing consegue compreender em que aspectos precisa focar seus esforços, aproveitando-se das fraquezas do mercado e potencializando os próprios pontos fortes da companhia. Especialmente em um cenário de crise econômica, o planejamento de marketing fortalece o negócio e aumenta o seu potencial competitivo. Esse plano também leva em conta a concorrência, colaborando para que os produtos e serviços sejam mais bem alinhados às necessidades e aos desejos do público. Assim, ele se torna uma bússola que guia as decisões e as ações do negócio — desde a cadeia de suprimentos até o planejamento de investimentos. No entanto, vale ressaltar que o plano de marketing não é uma ferramenta estática. Ele necessita de constantes atualizações. Afinal, o mercado passa por constantes evoluções e as estratégias do negócio precisam se ajustar a isso. Assim, é fundamental que o planejamento seja modificado conforme as necessidades atuais. Dessa forma, o planejamento será capaz de auxiliar os gestores a: conhecer melhor o mercado em que está inserido; tomar decisões sobre metas e estratégias; definir campanhas de comunicação e divulgação; determinar a localização de novos pontos de venda; montar um plano de distribuição e logística; precificar produtos e serviços; alcançar a satisfação dos clientes. Está convencido dos benefícios de montar um plano? Então, descubra como fazer um planejamento de marketing em 8 passos muito práticos! Passo a passo de como fazer um planejamento de marketing 1. Analise a situação do marketing do negócio O primeiro passo é conhecer o seu negócio. Qual é a missão da empresa? Por que ela foi aberta? Já existe algum plano de marketing em andamento? Em caso afirmativo, que resultados as ações geraram até agora? Se não, como foram feitas as campanhas até agora? Em que aspectos o negócio foi mais bem-sucedido? Tente avaliar também quais são os pontos fortes do negócio, ou seja, os motivos pelos quais os seus clientes se sentem atraídos pelos seus produtos e serviços. Defina qual é o potencial de investimentos da empresa e o quanto de recursos ela poderá direcionar ao marketing. 2. Analise o mercado de atuação da empresa É importante conhecer tudo o que pode influenciar o setor no qual a empresa atua. Isso envolve entender como funciona o produto ou serviço da empresa, como é a sua absorção no mercado e qual é o seu potencial. Para melhor sistematizar essa análise, é importante compreender que o segmento pode ser dividido em macro ou micro ambiente. O macroambiente se refere a aspectos econômicos, culturais, demográficos, jurídicos e tecnológicos — ou seja, é bem amplo. Não está nas mãos dos gestores, mas influencia profundamente o negócio. O microambiente, por sua vez, refere-se àqueles elementos que se relacionam diretamente ao negócio — como fornecedores, concorrentes e púbicos. Dessa forma, é importante compreender como cada um influencia na atuação na empresa. Assim, será possível buscar por tendências, nichos e oportunidades, além de definir ações em harmonia com esses resultados. 3. Defina novas metas e objetivos Com base na situação e nos números atuais do seu negócio, determine o que você pretende atingir com a sua estratégia de marketing — seja claro e específico. Você deseja atrair mais visitantes e dar maior visibilidade online para a empresa? Quer aumentar as vendas ou fortalecer sua marca? Defina isso em números. Saber onde quer chegar é o primeiro passo para caminhar em direção ao sucesso! 4. Conheça seu público Agora, é importante que a empresa foque em definir o perfil dos seus clientes. As estratégias de marketing não podem simplesmente realizar ações aleatórias. Se as campanhas forem ajustadas a um perfil mais específico, mais eficientes elas serão em atingir as necessidades dos clientes. Uma das principais formas de definir um público é pela elaboração de personas — pessoas semifictícias que representam seu público-alvo. Com elas, você deixará de generalizar seu público e dará a ele um perfil específico, como se fosse um cliente ideal da empresa. Ao produzir conteúdos ou campanhas de divulgação, você poderá visualizar essas pessoas e criar materiais direcionados para elas. 5. Escolha os melhores meios de comunicação Você já conhece o potencial e os recursos da sua empresa, está por dentro do seu mercado de atuação e também está atento ao comportamento, às necessidades e aos desejos do seu público-alvo, certo? Agora você precisa determinar como alcançará essas pessoas e qual será o canal de comunicação usado. Seus clientes em potencial transitam em um local específico? Então, por que não usar um folder, distribuir panfletos ou mesmo divulgar sua marca em um outdoor, em jornais, programas de rádios e de TV? Você tem uma loja virtual e seu público compra pela internet? Está na hora de abrir um blog, criar conteúdos utilizando estratégias de SEO para otimização de sites e divulgá-los nas redes sociais a fim de atrair tráfego ao seu site. Essa é uma estratégia indispensável! 6. Elabore um cronograma Certamente, não há como fazer um planejamento de marketing sem definir um cronograma. Essa ferramenta contribuirá para que suas ações não se percam no tempo e você consiga acompanhar a execução das estratégias definidas. Com ele, você dividirá suas ações em etapas e dará um prazo para cada uma delas — além de elencar quais ferramentas, investimentos, pessoas e esforços serão necessários para a conclusão de cada fase. 7. Coloque a mão na massa Após tanto planejamento, é hora de pôr em prática tudo o que foi definido nos passos anteriores. As ações aqui são convertidas em táticas que devem ser gerenciadas de modo adequado, já